nota Fernando Colunga

nota Fernando Colunga

Débora
Débora

October 7th, 2007, 10:31 pm #1

Ao longo dos anos, Fernando Colunga Olivares tem, a cada trabalho, provando que sua presença é sucesso garantido. Aos 37 anos, o galã já acumula uma vasta trajetória.Sua primeira participação nas novelas foi em 1991, na novela Dulce Desafio, onde foi o dublê de Eduardo Yañez nas cenas finais da história. Aliás, era isso o que ele fazia antes, atuava como dublê, mas no cinema.

Atuou em novelas como Madres Egoístas, Maria Mercedes onde viveu o malandro Tito, que misturava palavras em inglês em seu vocabulário. Vale comentar que a princípio seu personagem ficaria apenas 25 capítulos, mas seu contrato acabou se extendendo para a novela toda. Em seguida, veio Marimar (onde atuou como o empresário Adrian Rosales, que entra na reta final da história para tentar conquistar a heroína vivida por Thalia).
Mas sua grande chance veio em Mas Allá Del Puente, de 1994, onde novamente seu personagem estava planejado para poucos capítulos, mas ficou até o final. Nessa época, atuou no infantil Plaza Sésamo, onde teve grande destaque.
Em seguida, atuou em Alondra, que foi seu último papel de coadjuvante. No mesmo ano, começa a atuar em Maria do Bairro, ao lado de um elenco inesquecível, com Thalia e Itati Cantoral. Mas antes disso, ele precisou fazer nada menos que 26 testes para ganhar esse papel.



Valentim Pimstein, chefe do departamento de novelas da Televisa na época, exigiu que ele tingisse seu cabelo de loiro, para “ficar com cara de galã”. Bem ou mal, ele virou o galã do momento desde então. Tanto é que até hoje ainda é o principal galã do México.
Vale ressaltar o comentadíssimo romance com Thalia na época da novela, que terminou assim que a novela saiu do ar.
Salvador Mejía Alejandre, aclamado produtor mexicano, começa em 1997 uma parceria de êxito com o ator. Fernando Colunga então confirma seu status em Esmeralda, ao lado de Letícia Calderón. Assim como Maria do Bairro, Esmeralda também é um fenômeno de vendas, fazendo com que ele se torne cada vez mais reconhecido internacionalmente.
A Usurpadora chega em 1998, eliminando toda e qualquer concorrência entre os galãs, fazendo com que Fernando Colunga virasse o “rei das novelas”. Nessa novela de grande sucesso, ele atua ao lado de Gabriela Spanic, e até surgiram boatos de uma possível antipatia entre os dois, que mais tarde foi desmentida.
Curiosamente, ela seria seu par novamente em Nunca Te Olvidaré, produção de Juan Osório de 1999. Mas ela recusou o papel, que ficou para Edith González. No Brasil, vimos Fábio Azevedo no papel que foi de Colunga, no remake intitulado Jamais Te Esquecerei, e que não teve boa repercussão por aqui.
2000 é um ano marcante para Fernando. Atuando em Abraça-me Muito Forte ao lado de figuras de grande peso como Victoria Ruffo (de quem vira grande amigo), César Évora e Aracely Arámbula. Trabalhando novamente com Salvador Mejía Alejandre, Colunga conquista seu primeiro TV y Novelas de melhor ator do ano.
_

Depois de atuar em Abraça-me Muito Forte, Fernando se retira por um tempo da TV, e se dedica ao teatro, realizando Trampa de Muerte. No cinema, seu trabalho mais significativo foi em 1995, ao lado da cantora Paulina Rubio, em Bésame en la Boca.

Para Amor Real, Carla Estrada chamou antes de todos, Fernando, para viver Manuel Fontes Guerra, o protagonista da história. Mais um êxito: Amor Real rompeu vários recordes de audiência no México. Novamente seu nome foi envolvido em boatos de que ele estaria tendo um romance, desta vez com Adela Noriega, estrela de Amor Real. Também foi inventada uma suposta rivalidade entre ele e Mauricio Islas, mas ambas histórias foram desmentidas.

Em Abraça-me Muito Forte e principalmente em Amor Real é visível a evolução do trabalho de Fernando, que sempre foi um ator muito disciplinado e esforçado, e que alcançou todo o sucesso que tanto batalhou.

Sem sombra de dúvidas, Fernando Colunga é o ator mais popular aqui no Brasil. Na época da exibição de A Usurpadora, teve reportagens suas em várias revistas, entre elas até foi capa da Contigo!. Outro acontecimento se deu em 2000, quando Christiane Flores, da revista Minha Novela, o entrevistou durante os bastidores de Abraça-me Muito Forte. E recentemente, o programa Falando Francamente, o entrevistou em um intervalo das gravações de Amor Real. Infelizmente, até hoje essa entrevista não foi exibida completa.

No México, Fernando Colunga continua sendo o ator mais requisitado no mundo das novelas.
Seu cachê vale milhões. Por enquanto, ele ainda não tem nenhum projeto em vista, mas em breve já haverá mais uma novela com sua presença. Pode-se dizer seguramente, que hoje, Fernando é o rei das novelas!




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Débora
Débora

October 7th, 2007, 10:35 pm #2

Marilu, Guadalupe, Maria Isabel, Cristina, Adriana e Matilde, tantas mulheres diferentes, ingênuas e determinadas, doces ou amargas, mas todas essas personagens tão distintas entre si, tem algo em comum: Adela Noriega, uma atriz que já fez tanta coisa, mas que continua surpreendendo.

A vida de Adela não foi nada fácil. Seu pai morreu quando ela era criança. Ela cresceu ao lado de sua mãe, e de dois irmãos: uma mais velha, e outro mais jovem.

A verdade é que já era óbvio seu potencial desde jovem. Sua primeira aparição foi em um clipe de Lucia Mendez (que sempre foi uma incentivadora na carreira de Adela), a música era Corazón de Fresa. Em seguida, participa de outro clipe, desta vez da música Palabra de Honor, de Luis Miguel!

Aos 13 anos, faz uma pequena ponta no longa metragem Los Amantes Del Señor de la Noche. Posteriormente, participa do programa Chacun Chacun. Aos 15 anos, em 1985, começa sua exitosa carreira nas novelas. Foi em Juana Íris, protagonizada por Victoria Ruffo. Seu papel era Romina, que vivia um romance com Juan Bernardo, personagem do cantor e ator Pedro Fernandez. Os dois transpassaram o romance das telas para a vida real. Tanto que ele a convidou para participar de um filme seu, Un Sábado Más, onde seu personagem é Lúcia.


A novela Juana Íris foi a única onde Adela Noriega não foi a protagonista. Em 1987, ela é convidada a lançar-se como estelar em uma super produção da época: Yesenia. Na verdade, trata-se de uma minissérie, a produção, foi muito minunciosa, e demorou seis meses para gravar apenas 25 capítulos. Nessa história, Adela vive a cigana que dá título a história e se apaixona por um homem que não é de sua raça, o amor (obviamente) é proibido, e a cigana tem que enfrentar todos os preconceitos para ser feliz ao lado de seu amado. Mas Adela chorou logo nos primeiros dias de gravação, quando o diretor disse que ela teria que fazer cenas de sexo. Ela foi para seu camarim e disse a sua mãe que se esse fosse o caminho para ela ser atriz, preferia não ser. O mal entendido acabou sendo resolvido logo e ela voltou a gravar.

Ainda que tenha sido muito elogiada, Yesenia não chegou a ter muita repercussão, mesmo porque, foi exibida apenas nos finais de semana na Televisa. Mas serviu para colocar Adela como a sensação jovem da época.

Seu próxima projeto seria Rosa Selvagem, mas seu rosto ainda não estava tão conhecido para que ela protagonizasse esse projeto tão ambicioso, que acabou ficando para Verônica Castro. Como Adela perdeu Rosa Selvagem, lhe deram Quinze Anos.

E foi assim que Adela deu o passo mais alto em sua carreira. Vive então a ingênua Marilu, jovem humilde e pobre, que sonha ter sua festa de quinze anos, é apaixonada pelo simples mecânico Paulo (Ernesto Laguardia, um de seus grandes amigos até hoje), e vê sua vida mudar ao crer que foi violentada por Memê (Sebastián Ligarde). Ao lado de um elenco inesquecível, que além dos citados ainda inclui Thalia, Rafael Rojas e Nailea Norvind, Quinze Anos marcou história na dramaturgia mexicana. Adela Noriega foi reconhecida no TV y Novelas como a melhor atriz jovem de 1987.






Seu trabalho seguinte segue nas novelas adolescentes. Em Dulce Desafio, Adela dá vida a rebelde Lucero Sandoval, menina rica e caprichosa, que estuda em um colégio interno e apaixona-se por Enrique Pades, psicólogo do colégio. Além disso, tem que lidar com uma grande rival, Rebeca (Chantal Andere). Outra vez, Adela se consagra como a melhor atriz jovem no Prêmio TV y Novelas, desta vez em 1989. Em 2000, a novela é reeditada com o nome de Locura de Amor, com Adriana Nieto e mais tarde Iran Castillo no papel que foi de Adela Noriega.

Em 1990, a atriz enfrenta uma situação crítica na Televisa. Ela havia recusado alguns trabalhos, mas o estopim se dá quando o produtor Emilio Larrosa a convida para protagonizar sua novela Al Filo de la Muerte. Adela recusa mais uma vez, o papel que seria dela fica para Gabriela Ribero e Adela Noriega termina sua relação com a emissora, indo para os Estados Unidos.
1994, Adela assina contrato com a Telemundo e estrela a novela Guadalupe. Essa novela é um grande sucesso internacional, e já foi exibida aqui no Brasil, pela pela Gazeta. Na história, Guadalupe (Adela) é uma menina pobre e inocente que se apaixona por Alfredo (Eduardo Yañez), um homem que quer se vingar da família da heroína (na verdade, rica). Um dos momentos mais marcantes da novela foi uma bofetada que Guadalupe deu em Luísa, personagem de Zully Montero. A atriz teve que ir parar no hospital pelo tapa que levou!

Durante os bastidores da novela, Adela viveu um tórrido romance com Eduardo Yañez, que já havia sido seu galã em Dulce Desafio. O romance foi admitido publicamente, mas mais tarde acabou.
Guadalupe, no México, foi exibida pela TV Azteca no horário das 19h e causou sérias dores de cabeça a Televisa.
No ano seguinte, Adela parte para a Colômbia e protagoniza Maria Bonita, sua pior história. Protagonizada junto a Fernando Allende, a novela teve uma história muito tumultuada e que não agradou. Adela, inclusive, acabou saindo da história na reta final. O único curioso da história é que por primeira e última vez, Adela foi vista cantando.

Logo em seguida, começam os boatos sobre o possível envolvimento entre a atriz e o presidente Carlos Salinas (presidente do México). Foram os boatos mais famosos a respeito de sua vida pessoal, que como todos sabem é muito restrita. Mas chegaram a dizer até que ela teria engravidado do presidente! Ela negou tudo na época, e nunca mais tocou no assunto.
Em 1997, a produtora Carla Estrada a Televisa começam complicadas negociações para trazer Adela de volta as novelas. Dizem que a quantia para que ela retornasse e assinasse o contrato com a emissora foi exorbitante.




Definido o contrato, Adela protagoniza o sucesso Maria Isabel. Na pele da índia honesta e decente que luta para defender sua raça, ela se destaca e mais uma vez leva o prêmio de melhor atriz jovem do ano. Na novela, Adela vive um romance inesquecível com o personagem de Fernando Carrillo. Muito comentado foi o envolvimento dos dois atores fora das telas. Eles estavam namorando, de fato. Mas ao se interessar em algo mais sério com a atriz, Carrillo foi dispensado, mas até hoje comenta o quanto tentou conquistá-la.

Independente dos romances, para Adela, a índia Maria Isabel foi um de seus papéis favoritos. Durante um curto espaço de tempo, ela dedicou-se a divulgação da novela mundo afora. Logo em seguida, volta a trabalhar com Carla Estrada, desta vez em O Privilégio de Amar.

Nessa novela, ela vive a aspirante a modelo Cristina Miranda, jovem que no passado foi abandonada por sua mãe na porta de uma casa. Anos mais tarde, se apaixona por Victor Manuel (René Strickler), e enfrenta a rivalidade de Luciana (Helena Rojo), na verdade, sua mãe. As gravações de O Privilégio de Amar foi conturbada, já que muito comentou-se do atraso de Adela para gravar a novela. Cynthia Klitbo confirma.




Porém, mais uma vez, a atuação de Adela é reconhecida pela crítica no Prêmio TV y Novelas.Em 1999, recusa ser a estrela de Mujeres Enganadas, de Emilio Larrosa. Um grande intervalo se dá, até que em 2001, ela regressa em Manancial, novamente com Carla Estrada.


Em Manancial, Adriana (Adela Noriega) sofre pelo passado de sua mãe, até que é violentada por Justo (Alejandro Tommasi), pai de seu grande amor Alexandre (Mauricio Islas). Ela abandona o povoado, mas anos mais tarde volta para recuperar tudo o que lhe tiraram. Uma excelente atuação como uma jovem amargurada, vingativa e rancorosa, mas também apaixonada. Outra vez lhe rende o prêmio de melhor atriz do ano.


Depois de uma longa expectativa, o nome de Adela surge, desta vez, em 2003, para protagonizar Amor Real junto a Fernando Colunga. Agora, ela é vive Matilde Penalver e Beristain, moça refinada da alta sociedade, obrigada a se casar com Manuel (Colunga), para salvar sua família da miséria. Atualmente, temos visto Matilde passar por grandes transformações na história, sempre lutando para poder ficar junto de seu grande amor.

Amor Real coloca Adela Noriega como a principal atriz do México no momento. Tamanha repercussão que leva o diretor Alfonso Arau a cogitar seu nome para estrelar um filme.



Em meio a muitos rumores, entre eles um suposto romance com Fernando Colunga nos bastidores de Amor Real, também surgiram fortes boatos sobre uma possível anorexia que a atriz estaria enfrentando. Ela negou, mas sua forma física, demasiado magra, deixa a entender que há algo.


Já sem sua mãe, que faleceu há algum tempo, Adela segue lutando por seu espaço. Reconhecimentos já tem de toda parte, do público, da imprensa, e até mesmo de grandes atrizes como Lucia Mendez, Christian Bach (que elogiou muito o trabalho de Adela em Amor Real, já que ela fez o mesmo papel há mais de 20 anos), Marga Lopez. Adela Noriega sobre seu futuro só tem duas coisas a dizer: pretende fazer cinema e sua volta às novelas se dará em uma novela de Carla Estrada, mais uma vez!


Sucesso, talento, versatilidade são hoje atributos que fazem hoje Adela Noriega se sentir realmente privilegiada de chegar aonde chegou.










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Débora
Débora

October 7th, 2007, 10:41 pm #3

Ao longo dos anos, Fernando Colunga Olivares tem, a cada trabalho, provando que sua presença é sucesso garantido. Aos 37 anos, o galã já acumula uma vasta trajetória.Sua primeira participação nas novelas foi em 1991, na novela Dulce Desafio, onde foi o dublê de Eduardo Yañez nas cenas finais da história. Aliás, era isso o que ele fazia antes, atuava como dublê, mas no cinema.

Atuou em novelas como Madres Egoístas, Maria Mercedes onde viveu o malandro Tito, que misturava palavras em inglês em seu vocabulário. Vale comentar que a princípio seu personagem ficaria apenas 25 capítulos, mas seu contrato acabou se extendendo para a novela toda. Em seguida, veio Marimar (onde atuou como o empresário Adrian Rosales, que entra na reta final da história para tentar conquistar a heroína vivida por Thalia).
Mas sua grande chance veio em Mas Allá Del Puente, de 1994, onde novamente seu personagem estava planejado para poucos capítulos, mas ficou até o final. Nessa época, atuou no infantil Plaza Sésamo, onde teve grande destaque.
Em seguida, atuou em Alondra, que foi seu último papel de coadjuvante. No mesmo ano, começa a atuar em Maria do Bairro, ao lado de um elenco inesquecível, com Thalia e Itati Cantoral. Mas antes disso, ele precisou fazer nada menos que 26 testes para ganhar esse papel.



Valentim Pimstein, chefe do departamento de novelas da Televisa na época, exigiu que ele tingisse seu cabelo de loiro, para “ficar com cara de galã”. Bem ou mal, ele virou o galã do momento desde então. Tanto é que até hoje ainda é o principal galã do México.
Vale ressaltar o comentadíssimo romance com Thalia na época da novela, que terminou assim que a novela saiu do ar.
Salvador Mejía Alejandre, aclamado produtor mexicano, começa em 1997 uma parceria de êxito com o ator. Fernando Colunga então confirma seu status em Esmeralda, ao lado de Letícia Calderón. Assim como Maria do Bairro, Esmeralda também é um fenômeno de vendas, fazendo com que ele se torne cada vez mais reconhecido internacionalmente.
A Usurpadora chega em 1998, eliminando toda e qualquer concorrência entre os galãs, fazendo com que Fernando Colunga virasse o “rei das novelas”. Nessa novela de grande sucesso, ele atua ao lado de Gabriela Spanic, e até surgiram boatos de uma possível antipatia entre os dois, que mais tarde foi desmentida.
Curiosamente, ela seria seu par novamente em Nunca Te Olvidaré, produção de Juan Osório de 1999. Mas ela recusou o papel, que ficou para Edith González. No Brasil, vimos Fábio Azevedo no papel que foi de Colunga, no remake intitulado Jamais Te Esquecerei, e que não teve boa repercussão por aqui.
2000 é um ano marcante para Fernando. Atuando em Abraça-me Muito Forte ao lado de figuras de grande peso como Victoria Ruffo (de quem vira grande amigo), César Évora e Aracely Arámbula. Trabalhando novamente com Salvador Mejía Alejandre, Colunga conquista seu primeiro TV y Novelas de melhor ator do ano.
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Depois de atuar em Abraça-me Muito Forte, Fernando se retira por um tempo da TV, e se dedica ao teatro, realizando Trampa de Muerte. No cinema, seu trabalho mais significativo foi em 1995, ao lado da cantora Paulina Rubio, em Bésame en la Boca.

Para Amor Real, Carla Estrada chamou antes de todos, Fernando, para viver Manuel Fontes Guerra, o protagonista da história. Mais um êxito: Amor Real rompeu vários recordes de audiência no México. Novamente seu nome foi envolvido em boatos de que ele estaria tendo um romance, desta vez com Adela Noriega, estrela de Amor Real. Também foi inventada uma suposta rivalidade entre ele e Mauricio Islas, mas ambas histórias foram desmentidas.

Em Abraça-me Muito Forte e principalmente em Amor Real é visível a evolução do trabalho de Fernando, que sempre foi um ator muito disciplinado e esforçado, e que alcançou todo o sucesso que tanto batalhou.

Sem sombra de dúvidas, Fernando Colunga é o ator mais popular aqui no Brasil. Na época da exibição de A Usurpadora, teve reportagens suas em várias revistas, entre elas até foi capa da Contigo!. Outro acontecimento se deu em 2000, quando Christiane Flores, da revista Minha Novela, o entrevistou durante os bastidores de Abraça-me Muito Forte. E recentemente, o programa Falando Francamente, o entrevistou em um intervalo das gravações de Amor Real. Infelizmente, até hoje essa entrevista não foi exibida completa.

No México, Fernando Colunga continua sendo o ator mais requisitado no mundo das novelas.
Seu cachê vale milhões. Por enquanto, ele ainda não tem nenhum projeto em vista, mas em breve já haverá mais uma novela com sua presença. Pode-se dizer seguramente, que hoje, Fernando é o rei das novelas!



SACRIFÍCIO DE UMA MÃE

O que não faltam nas histórias são mães abnegadas, que cometem sacrifícios em nome do amor por seu filho. Em No Limite da Paixão, não faltaram exemplos, a começar, é claro, por Maria Madalena (Maria Sorte), que antes de ser mulher, era mãe.

Como ela mesma dizia, Maria Madalena não poupou esforços para defender seus filhos José Alfredo (Fabián Robles) e o problemático Gabriel (Luis Roberto Guzmán). Ela sofreu muito, e teve até que agüentar um casamento para garantir a felicidade deles.

A chorona Rebeca (Ofélia Cano) foi outra que comeu o pão que o diabo amassou, chegando a virar empregada de seu próprio filho. Humilhações não faltaram.

Ana Cristina (Susana González), ainda em No Limite da Paixão, foi outra que passou por apuros, indo de sua choupana até o hospital com o recém nascido no colo. Quanto sofrimento! E não parou por aí: ainda agüentou a morte do suposto filho.
Edith González em Salomé foi mãe e pai ao mesmo tempo de seus três filhos. E para defende-los, fazia de tudo. Mas também agüentou pressões e revoltas deles, pois os Josés queriam saber quem era o verdadeiro pai deles.

Alma (Lourdes Munguía) fugiu do marido, e abandonou os filhos. Mas reconquista-los não foi fácil, seu sacrifício para ser aceita foi enorme, em Por Teu Amor.

Com a filha de sua melhor amiga, Adela Noriega em Maria Isabel passa por toda e qualquer humilhação para dar uma vida digna a ingrata Rosa Isela (Ximena Sarinara) que só depois reconhece o valor de quem a criou.

Calando uma verdade, Cristina (Victoria Ruffo) cedeu a todas as chantagens de seus inimigos pelo direito de ficar perto de sua filha, a quem para todos era apenas sua afilhada, Maria do Carmo (Aracely Arámbula). Muitas vezes, Cristina foi até injustiçada em nome desse amor desmedido.

A mesma Victoria Ruffo em Simplesmente Maria, tinha como único objetivo fazer feliz seu José Inácio (Toño Mauri), fazendo de tudo para se superar e proporcionar uma vida melhor para ele.

ONDE ESTÁ MEU FILHO?

Nas novelas, as mães têm uma facilidade para dar e perder filhos. O clássico O Direito de Nascer, tratou como tema principal, a busca incessante de Maria Helena (Verônica Castro) por Albertinho Limonta (Humberto Zurita), levado pela escrava, a célebre Mamãe Dolores (Socorro Avelar), que também se destaca como uma das mães postiças mais marcantes.
Novamente, a mesma atriz passa pela mesma situação, Verônica Castro em Os Ricos Também Choram em um surto de loucura, deu seu filho, mais tarde vivido por Guillermo Capetillo.


A situação se repete em Maria do Bairro, onde Maria (Thalia) passa sua vida procurando seu Nandinho (Osvaldo Benavides), e quando encontra, quer refina-lo. Mantendo segredo sobre a sua identidade, Maria e Nandinho são vítimas de fofocas, que seriam amantes. Nisso, Luis Fernando (Fernando Colunga) passa a odiar o próprio filho. Em Maria do Bairro, apesar de compadecer da dor de Maria, não havia quem não simpatizasse com a querida Agripina (Carmen Salinas), que criou Nandinho. Fica aí a dúvida: quem tem mais direito?
Privilégio de Amar mostra Luciana (Helena Rojo) como a mãe que por necessidade, abandona a filha, e mais tarde, transforma-se na maior rival de sua própria filha. Ela só reconhece Cristina (Adela Noriega), quando descobre quem ela é na verdade. Claro que o perdão não vem fácil.


Soledade (Verônica Merchant) perde a memória e também sua filha, vivida por Daniela Luján em Luz Clarita.

Mas a recordista em perdas de filhos chama-se Laura Flores. Em Gotinha de Amor, teve sua filha arrancada de seus braços por seu próprio pai, mais tarde conhece a doce Belinha (Andréa Lagunes). Em Cúmplices de um Resgate, ela não sabia, mas tinha tido gêmeas, mas tudo bem, mais tarde Mariana (Belinda), também acaba sendo seqüestrada. E seu maior clássico se dá em A Alma Não Tem Cor, com o seqüestro de Estrelinha (Zayda Aullet) duas vezes. Estrelinha era negra e Guadalupe loira, já dá pra imaginar o que rendeu.


MINHA MÃE, MINHA CÚMPLICE

Não é fácil esquecer Angélica (Marisol Santacruz), a mãe morta de Dulce Maria (Daniela Aedo), em Carinha de Anjo. As duas mais que mãe e filha, foram grandes amigas e tinham uma parceria inabalável.

Por outro lado, há a parte negativa, como Calixta (Silvia Caos), que armou mil armadilhas para ajudar a filha Soraya (Itati Cantoral), e acabou sendo morta por ela em Maria do Bairro.
Pilar (Sylvia Pasquel) em Manancial, foi outra que se metia em confusões por causa do comportamento leviano de Bárbara (Karyme Lozano).

Em Camila, Mônica (Adamari Lopez) descobriu que sua verdadeira mãe não era Ana Maria (Gabriela Goldsmith), a quem sempre humilhou, mas sim a pilantra Teresa (Mariagna Prats), que a princípio a ajudou em suas armações, mas acabou traindo a filha. Terminaram juntas, mas atrás das grades.

MINHA MÃE É UMA MEGERA


A Outra é uma novela que denigre totalmente a imagem das mães. Cordélia (Yadhira Carrillo) é desligada de Natalia (Natasha Dupeyron), e para completar, temos a mais que cruel Bernarda (Jacqueline Andere), que faz de tudo para humilhar e torturar Carlota (Yadhira Carrillo), a quem rebaixa o tempo todo. Fora sua culpa pela morte de Eugênia (Mercedes Molto).


Em Maria Mercedes, Jorge Luís era completamente dominado pela crueldade de Malvina Del Olmo (Laura Zapata), uma mãe que sabia muito bem o que queria do filho: dinheiro. Laura Zapata também foi uma megera em Esmeralda, onde fez de tudo para tirar o melhor proveito de sua filha Graziela (Nora Salinas), que acabou morrendo e deixando Fátima com um remorso eterno.

Catarina, em Ambição, divertia-se com o filho adotivo, José Carlos (Gonzalo Vega), a quem fez acreditar ser o culpado do acidente em que a deixou caolha! Mas ela não tinha perdido um olho, e usava deste meio para faze-lo sofrer. Sua predileção era Alexandre (Alejandro Camacho), e Catarina pagou caro, quando preparou inconscientemente a armadilha que matou seu verdadeiro filho.

Outra Catarina que deu trabalho a filha foi a de Primeiro Amor a Mil Por Hora, com Giovana (Anahí), a pressionava para casar com um homem rico. Mas com Priscila (Arleth Terán), na verdade filha de sua irmã, humilhava o tempo inteiro, a menosprezando.











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October 7th, 2007, 10:43 pm #4

Ao longo dos anos, Fernando Colunga Olivares tem, a cada trabalho, provando que sua presença é sucesso garantido. Aos 37 anos, o galã já acumula uma vasta trajetória.Sua primeira participação nas novelas foi em 1991, na novela Dulce Desafio, onde foi o dublê de Eduardo Yañez nas cenas finais da história. Aliás, era isso o que ele fazia antes, atuava como dublê, mas no cinema.

Atuou em novelas como Madres Egoístas, Maria Mercedes onde viveu o malandro Tito, que misturava palavras em inglês em seu vocabulário. Vale comentar que a princípio seu personagem ficaria apenas 25 capítulos, mas seu contrato acabou se extendendo para a novela toda. Em seguida, veio Marimar (onde atuou como o empresário Adrian Rosales, que entra na reta final da história para tentar conquistar a heroína vivida por Thalia).
Mas sua grande chance veio em Mas Allá Del Puente, de 1994, onde novamente seu personagem estava planejado para poucos capítulos, mas ficou até o final. Nessa época, atuou no infantil Plaza Sésamo, onde teve grande destaque.
Em seguida, atuou em Alondra, que foi seu último papel de coadjuvante. No mesmo ano, começa a atuar em Maria do Bairro, ao lado de um elenco inesquecível, com Thalia e Itati Cantoral. Mas antes disso, ele precisou fazer nada menos que 26 testes para ganhar esse papel.



Valentim Pimstein, chefe do departamento de novelas da Televisa na época, exigiu que ele tingisse seu cabelo de loiro, para “ficar com cara de galã”. Bem ou mal, ele virou o galã do momento desde então. Tanto é que até hoje ainda é o principal galã do México.
Vale ressaltar o comentadíssimo romance com Thalia na época da novela, que terminou assim que a novela saiu do ar.
Salvador Mejía Alejandre, aclamado produtor mexicano, começa em 1997 uma parceria de êxito com o ator. Fernando Colunga então confirma seu status em Esmeralda, ao lado de Letícia Calderón. Assim como Maria do Bairro, Esmeralda também é um fenômeno de vendas, fazendo com que ele se torne cada vez mais reconhecido internacionalmente.
A Usurpadora chega em 1998, eliminando toda e qualquer concorrência entre os galãs, fazendo com que Fernando Colunga virasse o “rei das novelas”. Nessa novela de grande sucesso, ele atua ao lado de Gabriela Spanic, e até surgiram boatos de uma possível antipatia entre os dois, que mais tarde foi desmentida.
Curiosamente, ela seria seu par novamente em Nunca Te Olvidaré, produção de Juan Osório de 1999. Mas ela recusou o papel, que ficou para Edith González. No Brasil, vimos Fábio Azevedo no papel que foi de Colunga, no remake intitulado Jamais Te Esquecerei, e que não teve boa repercussão por aqui.
2000 é um ano marcante para Fernando. Atuando em Abraça-me Muito Forte ao lado de figuras de grande peso como Victoria Ruffo (de quem vira grande amigo), César Évora e Aracely Arámbula. Trabalhando novamente com Salvador Mejía Alejandre, Colunga conquista seu primeiro TV y Novelas de melhor ator do ano.
_

Depois de atuar em Abraça-me Muito Forte, Fernando se retira por um tempo da TV, e se dedica ao teatro, realizando Trampa de Muerte. No cinema, seu trabalho mais significativo foi em 1995, ao lado da cantora Paulina Rubio, em Bésame en la Boca.

Para Amor Real, Carla Estrada chamou antes de todos, Fernando, para viver Manuel Fontes Guerra, o protagonista da história. Mais um êxito: Amor Real rompeu vários recordes de audiência no México. Novamente seu nome foi envolvido em boatos de que ele estaria tendo um romance, desta vez com Adela Noriega, estrela de Amor Real. Também foi inventada uma suposta rivalidade entre ele e Mauricio Islas, mas ambas histórias foram desmentidas.

Em Abraça-me Muito Forte e principalmente em Amor Real é visível a evolução do trabalho de Fernando, que sempre foi um ator muito disciplinado e esforçado, e que alcançou todo o sucesso que tanto batalhou.

Sem sombra de dúvidas, Fernando Colunga é o ator mais popular aqui no Brasil. Na época da exibição de A Usurpadora, teve reportagens suas em várias revistas, entre elas até foi capa da Contigo!. Outro acontecimento se deu em 2000, quando Christiane Flores, da revista Minha Novela, o entrevistou durante os bastidores de Abraça-me Muito Forte. E recentemente, o programa Falando Francamente, o entrevistou em um intervalo das gravações de Amor Real. Infelizmente, até hoje essa entrevista não foi exibida completa.

No México, Fernando Colunga continua sendo o ator mais requisitado no mundo das novelas.
Seu cachê vale milhões. Por enquanto, ele ainda não tem nenhum projeto em vista, mas em breve já haverá mais uma novela com sua presença. Pode-se dizer seguramente, que hoje, Fernando é o rei das novelas!



Além da super produção, não podemos deixar de citar fatos que marcaram Amor Real, muito até cômicos, e que serão debatidos nesse especial de despedida da história.

Nossos protagonistas foram Manuel (Fernando Colunga), julgado por ser um bastardo, perseguido por ser também filho de uma prostituta. É claro que o porte físico de Manuel era algo muito acima dos padrões da época, onde os homens considerados fortes eram os mais gordinhos como Adolfo (Mauricio Islas).

Matilde (Adela Noriega) foi uma heroína que fugiu alguns padrões. A todo instante, repetiam que não se tratava de uma jovenzinha. E não era mesmo, era bem avançada pra época. Mentiu durante boa parte da história, manteve romance clandestino com seu amado Adolfo. Mas a verdade é que Matilde não negava que gostava de “fazer amor”. Foi uma das primeiras vezes que vimos uma heroína ser violentada e gostar. Inclusive, várias vezes usou desse artifício pouco convencional quando se trata de uma heroína, para fazer as pazes com seu marido. E ele sempre cedia!

Em qualquer triângulo amoroso que se preze, tem que ter um personagem que de tão insistente, chega a ser chato. Era o militar Adolfo Solis. Injustiçado, preso, perseguido, até que conheceu a cândida Catarina (Kika Edgar), personagem triste, mas feliz por estar com seu amado. Daí em diante, Adolfo ficou importante, adquiriu status, ao ponto que a arrogante Augusta (Helena Rojo), que um dia o humilhou, passasse a bajulá-lo.



A dupla de cobrinhas, a princípio, foram Antônia (Chantal Andere) e sua fiel escudeira, a belíssima Damiana (Beatriz Sheridan), que mais parecia um corvo, com penteado, roupas e sorrisos marcantes.

Damiana foi a que mais jogou dentro da casa, e obviamente, mudou de lado quando apareceu a francesa de voz esganiçada Marianne (Maya Mishalska). No final, Antônia ficou tão nobre e caridosa, que esqueceu seu rancor, chegando até ter atitudes nobres, como ajudar criancinhas na rua. Difícil esquecer a briga digna de Perigosas Peruas protagonizada por Antônia e Marianne. Aliás, Antônia foi a que mais apanhou durante a história.

Fazendo-se passar por Marie, a prima de Manuel, Marianne ganhou a confiança do “núcleo que perseguia Manuel”, formado por Ramon Márquez (Carlos Câmara), Yves (Harry Gaithner) e o agente da polícia. Não se sabe até hoje o motivo, mas Ramon odiou Manuel do início ao fim, vai entender....


Ramon inclusive começou um affair que se converteu em adultério com a falsa Marie. O mais surpreendente é que ela de fato estava interessado no bizarro senador.
Amor Real mostrou personagens sofridos, mas ninguém mais que Rosário Aranda (Ana Martin). A vida não foi mãe, mas sim madrasta com essa pobre mulher, que andou suja, mal vestida e suada boa parte da história, mesmo sendo a mãe do dono da fazenda São Caetano.

Quando Matilde foi expulsa da fazenda, foi para a cidade, e deram um banho de loja em Rosário. Mas com Manuel perseguido pela polícia, a vida voltou a maltratar-la. A sofrida personagem ainda teve um final trágico, daqueles de levar qualquer um às lágrimas. Vale comentar a fila de homens que foram a delegacia reconhecer que Rosário, em sua juventude, havia sido Rosa, uma mulher de vida fácil que havia trabalhado para " Morena", na cidade de Maravilhas.

Ainda no núcleo pobre da história, houveram muitos os que odiavam Matilde, entre eles Silvano (Hector Saez) e Delfino (Adalberto Parra), os amigos e puxa-saco oficiais de Manuel e Adolfo, respectivamente. Para eles, Matilde nem valia tanto esforço, e várias vezes, chegaram a por em dúvida a reputação da moça.

A família Penalver e Beristain, teve seu estridente nome muitas vezes ameaçados pelas fofocas sobre Matilde, a quem os insultos de “rameira”, “qualquer” não foram suficientes para humilhar durante a novela. Mas o maior escândalo não aconteceu. Afinal, era de se suspeitar a amizade de Humberto (Ernesto Laguardia) e o espivitado Renato (Mario Ivan Martinez) durante a trama. Para completar, Humberto era impotente! Nem com tônico funcionou, então o rapaz foi pedir ajuda em segredo, mas a essa altura todo o elenco já sabia, de tanto que Renato havia divulgado.

Mas Humberto acabou se apaixonando de verdade por Josefina (Mariana Levy), que a princípio começou horrorosa, cheia de marcas e era o patinho feio da história, e buscou se superar, virando...bem, a verdadeira pícara sonhadora não era tão estonteante assim na realidade.


Renato por sua vez também encontrou sua cara metade, seu papillon Hanna (Letícia Calderón), mulher moderna, fuma seu baseadinho, vestia calças folgadas, chamada até de “marimacho”, mas não, ela realmente preferia o sexo oposto! Renato era mesmo inovador, chegou a dizer que a vida era uma b..., palavrão inédito nas novelas mexicanas!!

Outros personagens que renderam bons momentos foram Tia Prudência (Ana Bertha Espin), gordinha simpática, que não esquece seu marido Fulgêncio, que a olhava com “olhar de picardia”. Prudência vivia apertada nos espartilhos do figurino, e beliscou simplesmente todos os quitutes servidos durante a história.



Também uma mulher a frente de seu tempo foi D. Joana (Yolanda Mérida), a tal viúva de Palafox (?!), era quem mais mandava e desmandava no governo. A senhora era tão atrevida, que chegou a dizer para Gregório (Paco Ibañez), pai de Catarina, que ele não podia julgar a filha, afinal, ele havia “comido a sobremesa antes do almoço”.

Amor Real terminou, ficam marcados nessa novela, o frenesi constante entre Manuel e Matilde, sempre afim de fazer mais filhos, com personagens divertidos, situações que deixarão saudades, e certos questionamentos que sempre inquietarão a todos...





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Débora
Débora

October 7th, 2007, 10:44 pm #5

Ao longo dos anos, Fernando Colunga Olivares tem, a cada trabalho, provando que sua presença é sucesso garantido. Aos 37 anos, o galã já acumula uma vasta trajetória.Sua primeira participação nas novelas foi em 1991, na novela Dulce Desafio, onde foi o dublê de Eduardo Yañez nas cenas finais da história. Aliás, era isso o que ele fazia antes, atuava como dublê, mas no cinema.

Atuou em novelas como Madres Egoístas, Maria Mercedes onde viveu o malandro Tito, que misturava palavras em inglês em seu vocabulário. Vale comentar que a princípio seu personagem ficaria apenas 25 capítulos, mas seu contrato acabou se extendendo para a novela toda. Em seguida, veio Marimar (onde atuou como o empresário Adrian Rosales, que entra na reta final da história para tentar conquistar a heroína vivida por Thalia).
Mas sua grande chance veio em Mas Allá Del Puente, de 1994, onde novamente seu personagem estava planejado para poucos capítulos, mas ficou até o final. Nessa época, atuou no infantil Plaza Sésamo, onde teve grande destaque.
Em seguida, atuou em Alondra, que foi seu último papel de coadjuvante. No mesmo ano, começa a atuar em Maria do Bairro, ao lado de um elenco inesquecível, com Thalia e Itati Cantoral. Mas antes disso, ele precisou fazer nada menos que 26 testes para ganhar esse papel.



Valentim Pimstein, chefe do departamento de novelas da Televisa na época, exigiu que ele tingisse seu cabelo de loiro, para “ficar com cara de galã”. Bem ou mal, ele virou o galã do momento desde então. Tanto é que até hoje ainda é o principal galã do México.
Vale ressaltar o comentadíssimo romance com Thalia na época da novela, que terminou assim que a novela saiu do ar.
Salvador Mejía Alejandre, aclamado produtor mexicano, começa em 1997 uma parceria de êxito com o ator. Fernando Colunga então confirma seu status em Esmeralda, ao lado de Letícia Calderón. Assim como Maria do Bairro, Esmeralda também é um fenômeno de vendas, fazendo com que ele se torne cada vez mais reconhecido internacionalmente.
A Usurpadora chega em 1998, eliminando toda e qualquer concorrência entre os galãs, fazendo com que Fernando Colunga virasse o “rei das novelas”. Nessa novela de grande sucesso, ele atua ao lado de Gabriela Spanic, e até surgiram boatos de uma possível antipatia entre os dois, que mais tarde foi desmentida.
Curiosamente, ela seria seu par novamente em Nunca Te Olvidaré, produção de Juan Osório de 1999. Mas ela recusou o papel, que ficou para Edith González. No Brasil, vimos Fábio Azevedo no papel que foi de Colunga, no remake intitulado Jamais Te Esquecerei, e que não teve boa repercussão por aqui.
2000 é um ano marcante para Fernando. Atuando em Abraça-me Muito Forte ao lado de figuras de grande peso como Victoria Ruffo (de quem vira grande amigo), César Évora e Aracely Arámbula. Trabalhando novamente com Salvador Mejía Alejandre, Colunga conquista seu primeiro TV y Novelas de melhor ator do ano.
_

Depois de atuar em Abraça-me Muito Forte, Fernando se retira por um tempo da TV, e se dedica ao teatro, realizando Trampa de Muerte. No cinema, seu trabalho mais significativo foi em 1995, ao lado da cantora Paulina Rubio, em Bésame en la Boca.

Para Amor Real, Carla Estrada chamou antes de todos, Fernando, para viver Manuel Fontes Guerra, o protagonista da história. Mais um êxito: Amor Real rompeu vários recordes de audiência no México. Novamente seu nome foi envolvido em boatos de que ele estaria tendo um romance, desta vez com Adela Noriega, estrela de Amor Real. Também foi inventada uma suposta rivalidade entre ele e Mauricio Islas, mas ambas histórias foram desmentidas.

Em Abraça-me Muito Forte e principalmente em Amor Real é visível a evolução do trabalho de Fernando, que sempre foi um ator muito disciplinado e esforçado, e que alcançou todo o sucesso que tanto batalhou.

Sem sombra de dúvidas, Fernando Colunga é o ator mais popular aqui no Brasil. Na época da exibição de A Usurpadora, teve reportagens suas em várias revistas, entre elas até foi capa da Contigo!. Outro acontecimento se deu em 2000, quando Christiane Flores, da revista Minha Novela, o entrevistou durante os bastidores de Abraça-me Muito Forte. E recentemente, o programa Falando Francamente, o entrevistou em um intervalo das gravações de Amor Real. Infelizmente, até hoje essa entrevista não foi exibida completa.

No México, Fernando Colunga continua sendo o ator mais requisitado no mundo das novelas.
Seu cachê vale milhões. Por enquanto, ele ainda não tem nenhum projeto em vista, mas em breve já haverá mais uma novela com sua presença. Pode-se dizer seguramente, que hoje, Fernando é o rei das novelas!



Não existe novela sem casamento, isso é um fato, e a verdade é que cada vez mais esses acontecimentos tem rendido ótimos momentos.



Carlota (Yadhira Carrillo), de A Outra, é a noiva mais azarada das novelas. Primeiro, Álvaro (Juan Soler) pensou que ela morreu, Adriano (Sergio Sendel) só quis seu dinheiro e a abandonou, e pra completar, Joaquim (Sergio Ramos) foi outro que morreu a caminho do casamento civil. Ou seja, três tentativas frustradas de se casar e finalmente se livrar das garras de Bernarda (Jacqueline Andere).

Outro casamento curioso são aqueles que acontecem por imposição da família. Em Esmeralda, Graziela (Nora Salinas), obrigada por sua mãe Fátima (Laura Zapata), a se casar com Emiliano (Marco Uriel). Até aí, nenhuma novidade, mas o fato insólito se deu quando o chofer da limusine que a levou para a igreja foi justamente seu verdadeiro amor. Suportando a humilhação e a tristeza, Adrian (Alejandro Ruiz), viu sua amada se casar.

No Limite da Paixão usou uma herança como motivo para que Otávio (César Évora) se casasse com Ana Cristina (Susana González). Em meio a brigas, tapas e também beijos, o dia do casamento foi um dos mais tristes para a jovem, já que Frida (Sabine Moussier), amante de Otávio, disse na festa que em breve se casaria com Otávio.

Nenhum casamento impactou mais que o da novela Amor em Silêncio. Felizes por finalmente superarem os obstáculos que impediam sua felicidade, Marcela (Érika Buenfil) e Fernando (Arturo Peniche) subiram ao altar, sem imaginar que naquele dia, a psicótica Mercedes (Margarita Sanz) viria para atirar contra os dois, matando-os!

Caiu por terra a imagem que Manuel (Fernando Colunga) tinha de Matilde (Adela Noriega) em Amor Real. Durante a festa de casamento, seu amigo Ciro (Oscar Bonfiglio) flagrou a jovem com seu antigo amor, Adolfo (Mauricio Islas). Isso desatou uma violenta discussão, e o noivo, traído e amargurado, deu uma bofetada inesquecível na noiva.

Bígamos também fizeram heroínas sofrerem. Camila mostrou Miguel (Eduardo Capetillo) casado com a humilde camponesa vivida por Bibi Gaytán, mas que também por um mal entendido, se casa com Mônica (Adamari Lopez), a filha do patrão. A descoberta desse segredo não poderia ter sido pior. Meses de sofrimento para a doce Camila, que acabou por perdoar a traição.

A Mentira nos mostrou uma Verônica (Kate Del Castillo) feliz com seu noivo Demétrio (Guy Ecker) até o dia do casamento. Porque o que se seguiu foi uma verdadeira disputa de amor e ódio entre os dois. O motivo era Virgínia (Karla Alvarez), que por sua vez, foi desmascarada pela própria Verônica no dia do casamento dela com João (Sergio Basañez). Verônica invadiu a igreja, e mostrou a todos os Fernandes Negreti quem na verdade era a angelical Virgínia.

As filhas de Clemente Soriano (Eric Del Castillo), em Menina Amada Minha, tiveram casamentos fracassados. A primeira foi Carolina (Ludwika Paleta), que acreditando que Paulo (Julio Mannino) era seu irmão, aceitou se casar com o violento Rafael (Roberto Palazuelos). Já Isabela (Karyme Lozano) decidiu fugir vestida de noiva com Vitor (Sergio Goyri), para não ter que se casar com César (Juan Pablo Gamboa). E pra terminar, Diana (Mayrin Villanueva) decidiu refazer sua vida ao lado de Edgar (Giovan D´Angelo), mas Otávio (Otto Sirgo), rasgou a certidão de casamento antes que Diana assinasse. Clemente viveu a beira de um ataque de nervos, já que a casa parecia ter um mau olhado contra casamentos.

Em Maria Isabel, a protagonista indígena, vivida por Adela Noriega, foi humilhada até no dia de seu casamento com o patrão Ricardo (Fernando Carrillo). Enquanto entrava na igreja, todos os convidados saiam, debochando da humildade e ignorância da moça. Acabou se casando com a igreja praticamente vazia.

O casamento mais cheio de imprevistos foi o de Rosalinda. Fernando José (Fernando Carrillo) enfrentou todos os obstáculos para chegar a tempo de impedir o enlace matrimonial de sua amada, vivida por Thalia, com o mafioso Augusto (Sergio Reynoso). O casamento começou cercados de perigos, já que Demétrio (Eduardo Liñan), irmão do noivo, planeja cometer um atentado. Mas Fernando José chegou a tempo de despojar o noivo original, e se casar ali mesmo. Ou seja, ele se casou numa festa paga pelo antigo noivo! Augusto foi embora a cavalo, e o atentado simplesmente não aconteceu!



Por Teu Amor mostrou Maria do Céu (Gabriela Spanic) se casando para proteger o casamento da irmã. Mas Marco (Saul Lizaso), o noivo fez uma condição, apesar de não se amarem, seriam fiéis. Mas um engano fez com que ele pensasse que Céu havia beijado Sérgio (Gerardo Murguía). Isso foi o início de uma guerra entre o casal.

Salomé brindou a felicidade dos protagonistas em um feliz casamento. Mas o que Fernanda (Edith González) e Júlio (Guy Ecker) não esperavam era que o pai do noivo, Artur (Aaron Hernan) fosse ser assassinado misteriosamente no dia da boda, e o pior, que a heroína fosse acusada do crime, e que ao invés de ir para a lua-de-mel, fosse direto para atrás das grades.


Maio é um mês para as noivas, e as novelas nos mostraram vários tipos, as que casam apaixonadas, as que são abandonadas, as que o casamento é uma imposição, mas seguramente, todas foram noivas que marcaram essas grandes histórias.


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Débora
Débora

October 7th, 2007, 10:55 pm #6

Ao longo dos anos, Fernando Colunga Olivares tem, a cada trabalho, provando que sua presença é sucesso garantido. Aos 37 anos, o galã já acumula uma vasta trajetória.Sua primeira participação nas novelas foi em 1991, na novela Dulce Desafio, onde foi o dublê de Eduardo Yañez nas cenas finais da história. Aliás, era isso o que ele fazia antes, atuava como dublê, mas no cinema.

Atuou em novelas como Madres Egoístas, Maria Mercedes onde viveu o malandro Tito, que misturava palavras em inglês em seu vocabulário. Vale comentar que a princípio seu personagem ficaria apenas 25 capítulos, mas seu contrato acabou se extendendo para a novela toda. Em seguida, veio Marimar (onde atuou como o empresário Adrian Rosales, que entra na reta final da história para tentar conquistar a heroína vivida por Thalia).
Mas sua grande chance veio em Mas Allá Del Puente, de 1994, onde novamente seu personagem estava planejado para poucos capítulos, mas ficou até o final. Nessa época, atuou no infantil Plaza Sésamo, onde teve grande destaque.
Em seguida, atuou em Alondra, que foi seu último papel de coadjuvante. No mesmo ano, começa a atuar em Maria do Bairro, ao lado de um elenco inesquecível, com Thalia e Itati Cantoral. Mas antes disso, ele precisou fazer nada menos que 26 testes para ganhar esse papel.



Valentim Pimstein, chefe do departamento de novelas da Televisa na época, exigiu que ele tingisse seu cabelo de loiro, para “ficar com cara de galã”. Bem ou mal, ele virou o galã do momento desde então. Tanto é que até hoje ainda é o principal galã do México.
Vale ressaltar o comentadíssimo romance com Thalia na época da novela, que terminou assim que a novela saiu do ar.
Salvador Mejía Alejandre, aclamado produtor mexicano, começa em 1997 uma parceria de êxito com o ator. Fernando Colunga então confirma seu status em Esmeralda, ao lado de Letícia Calderón. Assim como Maria do Bairro, Esmeralda também é um fenômeno de vendas, fazendo com que ele se torne cada vez mais reconhecido internacionalmente.
A Usurpadora chega em 1998, eliminando toda e qualquer concorrência entre os galãs, fazendo com que Fernando Colunga virasse o “rei das novelas”. Nessa novela de grande sucesso, ele atua ao lado de Gabriela Spanic, e até surgiram boatos de uma possível antipatia entre os dois, que mais tarde foi desmentida.
Curiosamente, ela seria seu par novamente em Nunca Te Olvidaré, produção de Juan Osório de 1999. Mas ela recusou o papel, que ficou para Edith González. No Brasil, vimos Fábio Azevedo no papel que foi de Colunga, no remake intitulado Jamais Te Esquecerei, e que não teve boa repercussão por aqui.
2000 é um ano marcante para Fernando. Atuando em Abraça-me Muito Forte ao lado de figuras de grande peso como Victoria Ruffo (de quem vira grande amigo), César Évora e Aracely Arámbula. Trabalhando novamente com Salvador Mejía Alejandre, Colunga conquista seu primeiro TV y Novelas de melhor ator do ano.
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Depois de atuar em Abraça-me Muito Forte, Fernando se retira por um tempo da TV, e se dedica ao teatro, realizando Trampa de Muerte. No cinema, seu trabalho mais significativo foi em 1995, ao lado da cantora Paulina Rubio, em Bésame en la Boca.

Para Amor Real, Carla Estrada chamou antes de todos, Fernando, para viver Manuel Fontes Guerra, o protagonista da história. Mais um êxito: Amor Real rompeu vários recordes de audiência no México. Novamente seu nome foi envolvido em boatos de que ele estaria tendo um romance, desta vez com Adela Noriega, estrela de Amor Real. Também foi inventada uma suposta rivalidade entre ele e Mauricio Islas, mas ambas histórias foram desmentidas.

Em Abraça-me Muito Forte e principalmente em Amor Real é visível a evolução do trabalho de Fernando, que sempre foi um ator muito disciplinado e esforçado, e que alcançou todo o sucesso que tanto batalhou.

Sem sombra de dúvidas, Fernando Colunga é o ator mais popular aqui no Brasil. Na época da exibição de A Usurpadora, teve reportagens suas em várias revistas, entre elas até foi capa da Contigo!. Outro acontecimento se deu em 2000, quando Christiane Flores, da revista Minha Novela, o entrevistou durante os bastidores de Abraça-me Muito Forte. E recentemente, o programa Falando Francamente, o entrevistou em um intervalo das gravações de Amor Real. Infelizmente, até hoje essa entrevista não foi exibida completa.

No México, Fernando Colunga continua sendo o ator mais requisitado no mundo das novelas.
Seu cachê vale milhões. Por enquanto, ele ainda não tem nenhum projeto em vista, mas em breve já haverá mais uma novela com sua presença. Pode-se dizer seguramente, que hoje, Fernando é o rei das novelas!



O romance é a base de qualquer novela, jamais um conflito é desatado sem que aconteça um envolvimento, uma história de amor bem contada garante uma novela maravilhosa. Nada melhor do que reviver romances inesquecíveis. /

O primeiro amor é inesquecível, como para Marilu (Adela Noriega) e Paulo (Ernesto Laguardia) em Quinze Anos, uma paixão juvenil, inocente e que foi revivida por Anahí e Kuno Becker em Primeiro Amor a Mil Por Hora.

Um amor não tão inocente foi o da dançarina Salomé (Edith González) com o triste Júlio (Guy Ecker), que estava preso a doente Ângela (Mónika Sanchez). Uma explosão de sensualidade, um amor marcante, e que pelos desencontros, só conseguiu se acertar vinte anos depois do primeiro encontro.

Por falar em doença, isso não foi impedimento para que Ofélia (Adamari Lopez), contaminada pelo vírus da AIDS, se apaixonasse pelo horroroso Ulisses (Gabriel Soto), em Amigas e Rivais. Foram muitas provas, até que freira Ofélia quis virar para não causar mais dor ao seu amado, mas a paixão falou mais alto e os dois se acertaram definitivamente no final da história.

Rosalinda mostra Thalia vivendo uma história de flores e espinhos para poder amar livremente Fernando José (Fernando Carrillo). Tudo isso é por conta do passado de suas famílias. Mas apesar de tudo, mesmo sem memória, Rosalinda, agora Paloma Dorantes, voltará a se apaixonar pelo pianista, e terminará em seus braços outra vez.

Viver entre tapas e beijos era a sina de Marco (Saul Lizaso) que se casou por um acordo com a determinada Maria do Céu (Gabriela Spanic), em Por Teu Amor. Ela queria usá-lo apenas para se afastar do antigo noivo, mas os dois não resistiram ao charme um do outro e se entregaram. Algo semelhante aconteceu com Isabela (Karyme Lozano), que depois de um encontro inusitado, cedeu a conquista de Vitor (Sergio Goyri), e pela “ajuda do destino”, os dois acabaram se entendendo, mesmo com a interferência de terceiros em Menina Amada Minha.

Rosa Selvagem mostra Rosa (Verônica Castro) se apaixonou pelo playboy Ricardo (Guillermo Capetillo), mas o confundiu com seu irmão gêmeo, o amargurado Rogério (Guillermo Capetillo). Desfeito o engano, Rosa lutou até o final para se livrar das intrigas das vilãs, que fizeram com que Ricardo pensasse o pior de sua amada selvagem. No final da história, Rosa se acerta com Ricardo, e Rogério também se dá bem, fica com Linda (Mariana Levy), amiga de Rosa.

Quem não entendia de jeito nenhum eram Rafael (Valentino Lanus) com sua quase irmã Marina (Ana Layevska), em Primeiro Amor. Quando Rafael ia confessar seus sentimentos, Marina fugia, e vice-versa. A situação só piorou quando eles arranjaram outras pessoas. Claro, no final, Rafael salva Marina e conquista de vez seu coração.

Em Maria Mercedes, a mulambenta (Thalia) foi colocada em um jogo de engano e interesse, já que Jorge Luis (Arturo Peniche) se casou com a jovem para ficar com sua fortuna. Mas ele acabou conquistado pelo jeito doce e divertido de ser dessa apaixonante bilheteira. Mas nem no final da história, Mercedes perdeu seu jeito de criança, que às vezes causou sérios problemas ao riquíssimo pretendente.

Maria Isabel mostra a devoção que um patrão, Ricardo (Fernando Carrillo) pode causar a uma índia ignorante, Maria Isabel (Adela Noriega). A criada conquista o coração do milionário engenheiro Mendiola, e foi capaz de sacrificar suas tranças para virar uma dama da sociedade. Mas Ricardo percebe que quem ele realmente ama, é a índia simples e encantadora que conheceu.

A mistura de origens não é novidade. Kassandra mostra Coraima Torres na pele da cigana que se apaixona por um homem branco, Inácio (Osvaldo Rios), é enganada, e acaba se apaixonando pelo irmão gêmeo dele, Luis David (Osvaldo Rios). A paixão de Kassandra pelo rapaz parecia estar predestinada, já que ele era nada menos que o filho da madrasta de sua mãe.

Ao som de uma linda melodia de um piano, Álvaro (Juan Soler) se aproxima da opaca Carlota (Yadhira Carrillo) para causar uma transformação em sua vida. Mais feliz, ela encontra nele o motivo para viver e para enfrentar sua dominadora mãe. Mas um engano faz com que ele a dê como morta, e Carlota só agora, depois de muitos anos de desencontro, poderá se reaproximar dele, na pele de Cordélia (Yadhira Carrillo), sua sósia.

A vingança foi o motivo para Marimar (Thalia) se aproximar de Sérgio (Eduardo Capetillo), após o engano que sofreu. Agora, como Bela Aldama, ela usa e abusa dos sentimentos daquele que um dia foi seu marido. Mas Bela sabe que no fundo ainda o ama, e que não terá coragem para realmente concretizar essa vingança em Marimar.

O hábito foi motivo de questionamentos em duas histórias de amor. A Estranha Dama mostrou uma Gina (Luisa Kuliok) dividida entre a fé e a carne, atormentada pelas intrigas de seus inimigos. E Carinha de Anjo, no pólo infantil, mostra a divertida história de amor entre Luciano (Miguel de Leon), viúvo que faz a noviça Cecília (Lisete Morellos) indagar o que realmente quer em sua vida.

Abraça-me Muito Forte mostrou a história da jovem Maria do Carmo (Aracely Arámbula), que aos 15 anos, já é apaixonada por Carlos Manuel (Fernando Colunga), que só com o tempo deixa de vê-la como menina e a descobre como mulher.

Amar é mesmo um privilégio de poucos. Assim mostrou Cristina (Adela Noriega) quando se iludiu com Victor Manuel (René Strickler), que a princípio quer apenas uma noite de amor com a moça, mas termina completamente apaixonado. Intrigas, revelações surpreendentes separam esse casal, que só consegue se acertar depois de muitos conflitos em O Privilégio de Amar.
Confira aqui os dez casais mais marcantes na opinião do público do site SBT NOVELAS.


10) Luiz Angel e Luísa (Sigo Te Amando): Luísa (Cláudia Ramirez) se casa obrigada com Inácio (Sergio Goyri), mas foge do marido e conhece, se passando por Marina, o médico Luiz Angel (Luis José Santander), que se apaixona por ela e enfrenta a todos para viver esse amor, mas que na verdade, é impossível, e os dois decidem pensar antes de ficar juntos, claro, sem antes estar claro nos seus corações que seguem se amando.


9) Adrian e Graziela (Esmeralda): O sofrido amor do peão e mais tarde motorista Adrian (Alejandro Ruiz) pela rica falida Graziela (Nora Salinas) foi de levar o público as lágrimas. Adrian suportou tudo, até mesmo levar sua amada para o altar, onde se casaria com outro. Mas esse amor não foi concretizado na terra, pois Graziela morreu doente de amor, jurando fidelidade eterna ao único homem que amou nesse mundo.


8) Alexandre e Adriana (Manancial): A luta de duas famílias era o principal impedimento para que Alexandre (Mauricio Islas) ficasse com Adriana (Adela Noriega). Os Ramirez e os Valdez estavam em pé de guerra, mas isso acabou unindo os seus filhos ainda mais. E só o amor de Alexandre fez com Adriana superasse seu trauma de ter sido estuprada pelo pai dele, Justo (Alejandro Tommassi).


7) Demétrio e Verônica (A Mentira): Em uma fazenda produtora de tequila, se desatou uma guerra conjugal entre Demétrio (Guy Ecker) e Verônica (Kate Del Castillo). Ele a tinha como a pior mulher do mundo, e ela não entendia o porque do desprezo, mas a mentira foi esclarecida, e Demétrio e sua esposa desfrutaram de seu casamento ultrapassando qualquer fronteira para serem felizes.


6) Luis Fernando e Maria (Maria do Bairro): Quando a história começa, Luis Fernando (Fernando Colunga) é o típico playboy: vive bêbado, não respeita ninguém e só quer brincar com Maria (Thalia). Mas a jovem soube conquistá-lo com sua inocência e suas trapalhadas. Se casam, e ao longo dos anos apenas, conseguem concretizar seu amor, só quando se vêem livre de todo e qualquer problema, no final, Maria descobre que espera “mais um Nandinho”, com muita honra!


5) Sebastião e Gaivota (Café com Aroma de Mulher): A simples, mas cativante Gaivota (Margarita Rosa de Francisco) foi a única capaz de salvar Sebastião (Guy Ecker) da impotência e da infelicidade do casamento do rapaz. Mas o amor não foi tão fácil, e ela teve suas asas cortadas pelos inimigos. Mas Gaivota dá a volta por cima, prova a todos seu verdadeiro valor e finalmente conquista de vez a felicidade ao lado de Sebastião.


4) João do Diabo e Mônica (Coração Selvagem): João do Diabo (Eduardo Palomo) foi envolvido por Aimé (Ana Colchero), mas ela o deixou para ficar com André (Ariel Lopez Padilla), que abandonou Mônica. Feridos, João e Mônica se envolveram em um explosivo romance, cheio de sensualidade. Se casaram e enfrentaram todos os preconceitos. Mônica descobriu o amor ao lado do pirata, protagonizando essa inesquecível história de amor.


3) Carlos Daniel e Paulina (A Usurpadora): Obrigada pela irmã gêmea a usurpar seu lugar, Paulina (Gabriela Spanic) chegou na casa dos Bracho e mudou a vida de Carlos Daniel (Fernando Colunga) por completo. Mas quando a farsa foi descoberta, Paulina se afastou dele, acreditando que ele só via nela a imagem da irmã gêmea Paola (Gabriela Spanic). Esse amor sacrificado só foi resolvido no último capítulo, quando finalmente Paulina aceita que Carlos Daniel a ama de verdade.


2) Manuel e Matilde (Amor Real): Manuel (Fernando Colunga) se apaixonou a primeira vista por Matilde (Adela Noriega). Mas quando ele descobriu que ela iria fugir com Adolfo (Mauricio Islas) no dia do casamento, esse amor se transformou em pesadelo. Mas com o tempo, Matilde acabou não resistindo e descobriu o verdadeiro valor de Manuel. Protagonizando cenas de amor inesquecíveis, Manuel e Matilde só puderam ficar juntos no final, superando todas as barreiras e preconceitos que impediam a felicidade.


1) Otávio e Ana Cristina (No Limite da Paixão): Um beijo, uma bofetada... assim Otávio (César Évora) se apaixonou por Ana Cristina (Susana González). Mesmo achando que ela era amante do seu tio, ele acabou envolvido, e acabou se casando com ela por causa do testamento deixado pelo tio. Mas Otávio descobriu na moça seu grande amor, mas as brigas e desconfianças só acabaram no final, quando finalmente esse casal perfeito pôde ficar junto.




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Débora
Débora

October 7th, 2007, 11:02 pm #7

Ao longo dos anos, Fernando Colunga Olivares tem, a cada trabalho, provando que sua presença é sucesso garantido. Aos 37 anos, o galã já acumula uma vasta trajetória.Sua primeira participação nas novelas foi em 1991, na novela Dulce Desafio, onde foi o dublê de Eduardo Yañez nas cenas finais da história. Aliás, era isso o que ele fazia antes, atuava como dublê, mas no cinema.

Atuou em novelas como Madres Egoístas, Maria Mercedes onde viveu o malandro Tito, que misturava palavras em inglês em seu vocabulário. Vale comentar que a princípio seu personagem ficaria apenas 25 capítulos, mas seu contrato acabou se extendendo para a novela toda. Em seguida, veio Marimar (onde atuou como o empresário Adrian Rosales, que entra na reta final da história para tentar conquistar a heroína vivida por Thalia).
Mas sua grande chance veio em Mas Allá Del Puente, de 1994, onde novamente seu personagem estava planejado para poucos capítulos, mas ficou até o final. Nessa época, atuou no infantil Plaza Sésamo, onde teve grande destaque.
Em seguida, atuou em Alondra, que foi seu último papel de coadjuvante. No mesmo ano, começa a atuar em Maria do Bairro, ao lado de um elenco inesquecível, com Thalia e Itati Cantoral. Mas antes disso, ele precisou fazer nada menos que 26 testes para ganhar esse papel.



Valentim Pimstein, chefe do departamento de novelas da Televisa na época, exigiu que ele tingisse seu cabelo de loiro, para “ficar com cara de galã”. Bem ou mal, ele virou o galã do momento desde então. Tanto é que até hoje ainda é o principal galã do México.
Vale ressaltar o comentadíssimo romance com Thalia na época da novela, que terminou assim que a novela saiu do ar.
Salvador Mejía Alejandre, aclamado produtor mexicano, começa em 1997 uma parceria de êxito com o ator. Fernando Colunga então confirma seu status em Esmeralda, ao lado de Letícia Calderón. Assim como Maria do Bairro, Esmeralda também é um fenômeno de vendas, fazendo com que ele se torne cada vez mais reconhecido internacionalmente.
A Usurpadora chega em 1998, eliminando toda e qualquer concorrência entre os galãs, fazendo com que Fernando Colunga virasse o “rei das novelas”. Nessa novela de grande sucesso, ele atua ao lado de Gabriela Spanic, e até surgiram boatos de uma possível antipatia entre os dois, que mais tarde foi desmentida.
Curiosamente, ela seria seu par novamente em Nunca Te Olvidaré, produção de Juan Osório de 1999. Mas ela recusou o papel, que ficou para Edith González. No Brasil, vimos Fábio Azevedo no papel que foi de Colunga, no remake intitulado Jamais Te Esquecerei, e que não teve boa repercussão por aqui.
2000 é um ano marcante para Fernando. Atuando em Abraça-me Muito Forte ao lado de figuras de grande peso como Victoria Ruffo (de quem vira grande amigo), César Évora e Aracely Arámbula. Trabalhando novamente com Salvador Mejía Alejandre, Colunga conquista seu primeiro TV y Novelas de melhor ator do ano.
_

Depois de atuar em Abraça-me Muito Forte, Fernando se retira por um tempo da TV, e se dedica ao teatro, realizando Trampa de Muerte. No cinema, seu trabalho mais significativo foi em 1995, ao lado da cantora Paulina Rubio, em Bésame en la Boca.

Para Amor Real, Carla Estrada chamou antes de todos, Fernando, para viver Manuel Fontes Guerra, o protagonista da história. Mais um êxito: Amor Real rompeu vários recordes de audiência no México. Novamente seu nome foi envolvido em boatos de que ele estaria tendo um romance, desta vez com Adela Noriega, estrela de Amor Real. Também foi inventada uma suposta rivalidade entre ele e Mauricio Islas, mas ambas histórias foram desmentidas.

Em Abraça-me Muito Forte e principalmente em Amor Real é visível a evolução do trabalho de Fernando, que sempre foi um ator muito disciplinado e esforçado, e que alcançou todo o sucesso que tanto batalhou.

Sem sombra de dúvidas, Fernando Colunga é o ator mais popular aqui no Brasil. Na época da exibição de A Usurpadora, teve reportagens suas em várias revistas, entre elas até foi capa da Contigo!. Outro acontecimento se deu em 2000, quando Christiane Flores, da revista Minha Novela, o entrevistou durante os bastidores de Abraça-me Muito Forte. E recentemente, o programa Falando Francamente, o entrevistou em um intervalo das gravações de Amor Real. Infelizmente, até hoje essa entrevista não foi exibida completa.

No México, Fernando Colunga continua sendo o ator mais requisitado no mundo das novelas.
Seu cachê vale milhões. Por enquanto, ele ainda não tem nenhum projeto em vista, mas em breve já haverá mais uma novela com sua presença. Pode-se dizer seguramente, que hoje, Fernando é o rei das novelas!



O que seria de qualquer novela sem uma vilã? Com certeza, são a parte que movimentam qualquer história, e por isso, precisam ser boas, senão podem comprometer o andamento de uma novela.
Para começar, é bom ressaltar que existem tipos de vilãs: aquelas que querem ficar com o galã, e aquelas que querem apenas separá-los da mocinha, no caso, as sogras. E as vezes, nenhum desses casos.
Começando com Mônica Iturralde (Adamari Lopez), de Camila. No início da história, ela era apenas uma garota caprichosa que queria a qualquer forma se casar com Miguel (Eduardo Capetillo). Com o passar dos capítulos, foi revelando sua personalidade obsessiva, chegando inclusive a matar seu pai. Adamari Lopez foi sem dúvida o maior destaque da novela. Ela teve três finais típicos de vilãs para si: loucura, prisão e morte.





Nos séculos passados, as maldades já existiam, sob a pele de Aimé (Ana Colchero), de Coração Selvagem. Uma aristocrata decadente que se casava com André (Ariel Lopez Padilla), o prometido de sua irmã, sem se importar com ela. Apesar disso, de quem ela gostava mesmo era João do Diabo (Eduardo Palomo), e ao saber que ele agora amava Mônica (Edith González), não aceitava e fazia de tudo para separá-los. Em um impulso, sai a cavalo, mas é vítima de uma armadilha do capataz Batista (Ernesto Yañez), e caia do animal, batendo a cabeça em uma pedra e morrendo, e rogando pragas a Mônica para que ela se sentisse culpada




Ainda em Coração Selvagem um grande destaque para Sofía de Alcázar y Valle (Cláudia Islas). Mãe de André, não suporta a presença do jovem João na sua casa sendo ele o fruto da traição de seu marido. Ao enviuvar, sua primeira atitude é expulsar João da casa atirando-o à própria sorte. Dominadora, cria Mônica (Edith Gonzáles) uma de suas sobrinhas para ser a esposa perfeita para seu filho, mas ele ia se apaixonar pela outra prima, a perdida Aimé (Ana colchero). Sofia ainda esconderia do filho a traição de sua esposa para evitar um confronto com João (Eduardo Palomo) e para que ele não reclamasse de sua parte na fortuna.
Desiludida, aceita ser noiva de Alberto (Arsênio Campos) um caça dotes de primeira. Tentando livrar o filho das sobrinhas, ela, sem êxito oferece a ele a empregada Joaninha. Mas seu amor doentio pelo filho de nada adiantou, André volta para Europa deixando-a sozinha na fazenda, atormentada pelos fantasmas do passado.

Em Simplesmente Maria, Lorena (Gabriela Goldsmith) era a responsável pelo calvário de Maria (Victoria Ruffo), que sempre quis destruir a rival. Uma momento para recordar é quando a festa de apresentação de Maria à sociedade parisiense é um fracasso, graças as intrigas da megera. Lorena, já ensandecida, tenta atirar em Maria no dia do casamento do filho dela, mas acaba sendo perseguida pela polícia, quando seu carro explode, pondo um ponto final em sua vida de maldades.




Em 1988 todo o México parou para ver a cena mais marcante da inesquecível novelas Amor Em Silêncio. A morte de Marcela (Erika Buenfil) e de Fernando (Arturo Peniche), que por fim tinham conseguido ser felizes são assassinados no dia de seu casamento pela vilã Mercedes (Margarita Sanz), a irmã do noivo, ciumenta e descontrolada dispara contra o casal. Grande revolução, ninguém sabia o que aconteceria depois da morte dos protagonistas, depois começa uma nova fase com Ana, a filha de Marcela. Presa em um manicômio, Mercedes escapa e no último capítulo volta a atentar contra Ana acreditando ser Marcela, mas acaba acertando seu noivo Ângelo. Dessa vez Mercedes é presa e passa o resto de sua vida em meio a loucos e desequilibrados.

Valéria San Roman (Nailea Norvind) em Preciosa foi outra vilã de destaque. Ela fez de tudo para ficar com Luiz Fernando (Mauricio Islas), e quando conseguiu, passou a chantageá- lo para que ele não a abandonasse, chegando ao ponto de se fingir de louca para não dizer onde havia deixado sua própria filha.
Acabou louca de verdade e se joga do alto de uma construção.






Outra perversa que tem o mesmo fim de Valéria San Roman, foi Miranda (Katie Barberi), se atirando de um prédio em Por Teu Amor. A princípio, ela era apenas a amante que no máximo daria uma dor de cabeça a Marco (Saul Lizaso), mas ela teve uma notável transformação, enganando a todos, mentindo, mostrou a que veio. Nem a irmã Sônia (Gabriela Goldsmith) escapou de suas maldades, Miranda não pensou duas vezes em revela ao noivo da irmã que ela foi uma vagabunda no passado, tudo isso por puro prazer.
Chegou ao ponto de colocar seu próprio filho em um banho de água fria para assim chamar a atenção do marido. Também foi enlouquecendo pouco a pouco.
Algumas vilãs são marcadas pela profunda inveja que sentem das mocinhas. Esse é o caso da menina Yara (Flor Edwarda Gurrola), de Vovô e Eu. Ela queria o tempo todo prejudicar a bela Alexandra (Ludwika Paleta), pois não suportava o fato de vê-la com Daniel (Gael Garcia Bernal), e morria de ciúme da “amiga”. Sempre ostentando riqueza, seu final foi ver seu pai preso e ela, completamente pobre e sozinha .




Outra invejosa de marca maior foi a complexada Ana Luísa de A Alma Não Tem Cor. Míope, manca e feia, invejava a prima Guadalupe (Laura Flores). Amava mesmo Luis Diego (Rafael Rojas), o primeiro amor da prima, mas era rejeitada, e quando Guadalupe passou a amar Lizandro (Arturo Peniche), Ana Luísa, já bela e estonteante, investiu tudo nele, chegando a se casar. Mais tarde, passava a humilhar a pequena Estrelinha (Zayda Aullet), a quem chamava de Antônia.
Depois, passou a assumir a identidade de Sandra Bracho, matando para incriminar Guadalupe e assim se envolver com Victor Manuel (Oswaldo Sabatini), novamente uma paixão de Guadalupe. Seu final foi agonizando no hospital, sem perdão.

Ainda no ramo da inveja, outra prima: Virgínia (Karla Alvarez), em A Mentira. Foi uma vilã diferente, não gostava de Demétrio (Guy Ecker), e em nenhum momento tentou algum envolvimento com ele.
Foi a responsável pela grande mentira do título, e tinha negócios ilícitos no ramo das drogas. Um de seus últimos golpes foi inventar uma doença incurável para Verônica (Kate del Castillo). Seu final: terminou paralítica e sozinha na cama de um hospital, desejando o mal de todos.




Laura Zapata é uma expert em vilãs, duas de suas mais marcantes foram a Dulcina de Rosa Selvagem.
Sua maldade sem limites incluía mentiras e enganos forjados contra a pobre Rosa (Verônica Castro). Ainda tinha uma cúmplice, a criada Josefa (Renata Flores), a quem matou antes de atear fogo na mansão da família, já que ela havia sido abandonada por todos, inclusive pelos irmãos Ricardo (Guillermo Capetillo) e Rogério (Guillermo Capetillo). Um final inesquecível, já que Dulcina não morreu no incêndio, mas ficou desfigurada para sempre.
Outra de Laura Zapata foi a terrível Malvina em Maria Mercedes. Em uma inesquecível interpretação, Malvina foi o caso de tentar deixar uma pessoa louca e terminar assim, no caso, a pessoa era a “mulambenta” Maria Mercedes (Thalia). O final mostra a antológica cena de Malvina, fantasiada de Maria Mercedes, oferecendo bilhetes em um manicômio.




O Privilégio de Amar contou com duas grandes vilãs. A primeira foi Tamara (Cinthia Klitbo), que não aceitava que seu marido Victor Manuel (René Strickler) amasse Cristina (Adela Noriega).
Uma das maldades mais significativas foi ter empurrado Cristina grávida de uma escada. Completamente atormentada, tenta matar novamente Cristina, mas atinge Luciana (Helena Rojo), e vai parar em uma peça de teatro, onde morre estrangulada pelo amante Nicolas (Enrique Rocha) em pleno palco, um final retumbante. Mas o melhor de tudo foi ela ter cortado os cabelos em nome da arte, ficando completamente careca para os capítulos finais.
A outra grande vilã foi a pecadora Ana Joaquina (Marga Lopez). Sua única razão para existir era destruir Luciana, fosse como fosse.Seu passado incluía uma morte cuja culpada era ela, por isso, seu medo de fogo. Em nome de Deus, como ela dizia, foi capaz de cometer barbaridades, e acabou presa, e louca, sentindo-se incendiar no fogo do inferno.






As novelas infantis também renderam boas vilãs: a diabólica Bárbara(Francis Ondiviela) de Luz Clarita foi desmascarada no final da história, quando fingia paralisia.
Helena (Monika Sanchez) em O Diário de Daniela, após aprontar todas, a começar pela morte de Leonor (Letícia Calderón), termina desfigurada e sozinha.
Úrsula (Maya Mishalka) abusava de seu poder para maltratar criancinhas, foi presa no final de Maria Belém.
Regina (Cecília Gabriela) em Cúmplices de um Resgate foi a “cenoura vingadora” que seqüestrou Mariana (Belinda/Daniela Luján) e estava disposta a tudo, seu final foi ambíguo, não se sabe o que exatamente aconteceu com a víbora, pois a última cena mostrava ela fugindo do manicômio.



Não é possível não recordar da inesquecível Rosana (Joana Benedek), em Amigas e Rivais.
A sexy psicopata matou metade do elenco, esquartejando, estrangulando, envenenando, esfaqueando, e ainda queria fazer a vida impossível de todos os outros que não matou.
O passado dela foi revelado ao se descobrir que seu nome era Carolina e que havia fugido de um manicômio, para onde voltaria, só que desfigurada por ácido sulfúrico no último capítulo.
Com certeza, uma das melhores, já que ela foi a grande “amiga e rival” da novela, já que se transformou, indiscutivelmente, na protagonista da história. Dificilmente, uma vilã juvenil superará o que representou Rosana.




Agora uma das mais marcantes: Soraya Montenegro (Itati Cantoral) em Maria do Bairro. Só o seu tema musical já era assustador, enganando a todos (ou a quase todos) com sua imagem de menina que havia perdido sua honra e engravidado, entrou na mansão De La Vega como a esposa de Luis Fernando (Fernando Colunga), e logo de cara, planejando matar Maria (Thalia). Numa briga com um de seus amantes, cai de um prédio e acaba por falecer, isto é, era o que todos pensaram. Mas a saga de Soraya não acabou.
A vilã passa anos em Huston se reabilitando, se casa com seu médico e "por sorte" ele morre deixando uma enorme fortuna e uma enteada paralítica a quem Soraya não poupou crueldades. O mais surpreendente foi que depois de 15 anos planejando sua vingança, ela volta disposta a tudo, como a seduzir Nandinho (Oswaldo Benavides) filho de Luiz Fernando e Maria, matar Calixta (Silvia Caos), a babá que depois revelou ser sua mãe, vingar-se de todos os De La Vega, entre outras atrocidades. Mais uma vez tenta matar Maria sem êxito.
Seu final foi morrer queimada em uma choupana, jurando vingança. Itati Cantoral brilhou sem dúvidas, e sua imagem como vilã ficou marcada desde então.








Mas todas essas foram amadoras perto dessa, a professora de todas essas chamou-se Catarina Creel de Larios (Maria Rubio), na espetacular Ambição. Seus planos eram ter a maior quantia de dinheiro possível, com o menor número de pessoas para dividir, em uma verdadeira toca de lobos.
Matando e mentindo, e também humilhando, como José Carlos (Gonzalo Vega), que acreditava ser o culpado pelo fato da mãe adotiva usar um tapa-olho, mas tudo era uma encenação de Catarina, que queria atormentar a tudo e a todos.
Ainda fez com que Alexandre (Alejandro Camacho) fizesse um herdeiro, o “pequeno Edgar”, para que ela ficasse com toda a herança do marido. Mas seu erro fatal foi sabotar o avião onde o filho viajava e mata-lo, a transtornando, e a enlouquecendo, e cometendo o suicídio. Uma vilã que ninguém jamais conseguiu superar, tamanha foi sua força e sua trajetória ao longo dos capítulos de Ambição.




" Grandes novelas precisam de grandes vilãs, algumas o público nunca esquecerá, já que elas marcaram a história de forma inigualável. Sem as vilãs, não existiriam novelas
Toda novela necessita de alguém que faça o mal. E não foram apenas as vilãs que marcaram, mas também os vilões. Relembremos aqui os mais marcantes. A começar pelo feiticeiro Enrique de Martino (Ernesto Alonso) da sinistra Estranho Poder. Ao fazer um pacto com o diabo, Enrique necessita de um sucessor, para que viva em sua mansão de horrores. Assim, ele escolhe o pequeno Joãozinho (Armando Araiza), filho da viúva Beatriz (Jacqueline Andere), com quem se casa a fim de se aproximar do menino. Muita feitiçaria, maldade e acontecimentos sobrenaturais marcaram esse diabólico vilão. No final, sua mansão fica em chamas, onde ele morre, e resiste apenas o quadro, a personificação do diabo na mansão.











Francisco Capistrán (Odiseo Bichir) foi outro terrível vilão, na infantil Amigos Para Sempre. Dizia a todos que era o pai de Ana (Belinda), mas na verdade era o responsável pela morte da mãe da garota. Noivo agora de Melissa (Adriana Fonseca/Lourdes Reyes), ele ainda alimentava um ódio doentio pelo seu ex-cunhado, Salvador (Ernesto Laguardia). Esse ódio só aumentou quando Salvador e Melissa se apaixonaram. No Instituto Vidal, ele mandava e desmandava, era muito rígido e cruel com os alunos. Um de seus momentos mais marcantes foi quando foi dado como morto, e reaparece, usando uma máscara, já que seu rosto havia ficado deformado devido a um incêndio. Passando-se por arrependido, não conseguiu manter essa postura por muito tempo, tentando assassinar Salvador. Um grande vilão que aterrorizou as criancinhas.










Outro deformado foi Lúcio Malaver (Salvador Pineda), de Esmeralda. A obsessão de Lúcio por Esmeralda (Letícia Calderón) era imensa, desde o dia em que salvou a menina de um incêndio em sua choupana, onde inclusive queimou-se e ficou com o rosto do jeito que ficou. Então, passou a ensinar a pequena cega muitas coisas, mas não a ensinou a ler. Além disso, disse a menina que ela nunca voltaria a enxergar, para que ela jamais visse seu rosto. Quase que um monstro, se apaixona por Esmeralda quando esta cresce, e passa a atormentá-la de todas as formas. Ao se submeter a uma cirurgia plástica, fica com a saúde debilitada, e após mais um forte encontro com Esmeralda acaba por morrer do coração, a única pessoa que chorou sua morte foi a fiel criada Joana (Raquel Pankowsky).









Mais um vilão que teve sua vida ao lado de uma empregada foi Félix (Jorge Vargas), de Maria Isabel. Após mandar matar o genro para que sua filha Graziela (Ilse) não se casasse com um pobretão, passa a perseguir Maria Isabel (Adela Noriega), que cria a sua pequena neta quando Graziela morre. Durante toda a novela, tentou jogar Rosa Isela (Ximena Sarinara) contra a índia, já que ele não suportava os indígenas e os humilhava. No final, sofre um ataque do coração, mas é punido com a companhia eterna de Manuela (Patrícia Reyes Spindola), a sádica governanta, que o trataria como ele mereceria dali por diante.








Diego (Sebastián Ligarde) de Salomé foi outro vilão que deu o que falar. No início da história, desejava a morte da irmã doente Ângela (Monika Sanchez), para ficar com a herança. Além disso, odiava o cunhado Júlio (Guy Ecker). Na segunda fase, virou o dono do Salão D’Rubi, e esbanjou maldades: humilhando Karina (Niurka), chantageando Fernanda (Edith González), armando contra os filhos dela (inclusive um seqüestro), traficando drogas na universidade de Júlio, escravizando a sofrida Roberta (Thaily Amezcua) para transformá-la em vedete, fora os assassinatos que cometeu, incluindo o de Arthur (Aaron Hernan). No final, após ficar desfigurado (outro) e tentar assassinar Karina, ele volta para tentar matar José Juliano (Rafael Amaya) e acaba caindo de uma construção, uma vez lhe perguntaram por que ele era tão mau, Diego apenas respondeu: “E desde quando a maldade precisa de justificativa?”.





Sebastián Ligarde também brilhou em Quinze Anos, na pele do marginal Memê. Líder de uma gangue no bairro, atormentou a todos os jovens, em especial Marilu (Adela Noriega), a quem fez acreditar ter sido estuprada. Mais pra frente, depois de infernizar a todos, estupra realmente Leonor (Nailea Norvind), e acaba sendo preso por isso.










Anos depois, Daniel (Mauricio Islas) viria a repetir a dose de maldade em Primeiro Amor a Mil Por Hora. Desta vez rico e excêntrico, ele se envolve no tráfico de drogas, além de prejudicar todas as garotas da novela. Mas sua grande rivalidade é com León (Kuno Becker), a quem prejudicou sempre que pôde. Sempre tentando separar Giovana (Anahí) e Leon, inventou intrigas e preparou armadilhas para destruir a felicidade dos dois. Nem sua aparente morte livra o casal da sombra de Daniel, que pra sempre os persegue.

















Outro especialista em atormentar jovens foi o milionário Frederico Cantu (Alejandro Camacho) na adolescente Garotas Bonitas. Rico, seduziu Letícia (Kate del Castillo), uma jovem ambiciosa que acabava se casando com ele. Além de maltratar Letícia, abusou de todas garotas bonitas da novela, nada o impedia de realizar seus caprichos, entre suas maldades, mandou queimar vivo o namorado da prima. Teve um irônico fim, ao fingir estar morto para escapar da polícia, é enterrado vivo mas permanece muito tempo no caixão e morre de verdade.


Justo Ramirez (Alejandro Tommasi), por sua ambição, destruiu a quem pôde em Manancial. A começar por Francisca (Azela Robinson), que matou o maior rival de Justo por ele, na confusão inclusive Justo perde um braço, depois Margarida (Daniela Romo), que acreditava no marido e viveu em uma profunda amargura após descobrir sua vida suja. Heitor (Jorge Poza) foi outro que viveu sua vida à sombra dos outros, por ser o filho bastardo de Justo. E por fim, Adriana (Adela Noriega), que foi estuprada violentamente por ele, traumatizando e mudando a vida da jovem completamente. Depois de matar vários inimigos e causar profundas tristezas no povoado, Justo é assassinado por sua própria esposa, Margarida, que fica impune por seu crime.







Octavio Muriel (Gonzalo Vega), em Na Própria Carne, também perdeu uma parte do corpo, no caso a mão, que foi substituída por uma mecânica. Esse acidente deveu-se ao dia em que mandou seqüestrar a própria filha a fim de que o sogro pagasse o resgate. Tentando enganar o seqüestrador Albino (Alejandro Tommasi), leva um tiro na mão, e vê o helicóptero onde estava sua filha explodir. Anos depois, é um empresário rico e bem-sucedido, mas percebendo que sua esposa, a refinada Madalena (Angélica Aragon) está prestes a descobrir seu crime, a mata, afogando-a no aquário gigante de sua mansão. Mas o detetive contratado por Madalena, Leonardo (Eduardo Yañez), não dá o caso por encerrado e vira seu principal inimigo. Quando Otávio descobre que sua filha está viva, a interna em um manicômio, depois tenta enforcá-la sem sucesso. No final, outro de seus inimigos, o bissexual Aníbal (Sebastián Ligarde), invade uma coletiva de imprensa em que Octavio estava participando, e revela sobre o seqüestro de sua própria filha, a morte de sua esposa e seus vários outros crimes. Não satisfeito, Aníbal crava uma adaga na barriga de Octavio.


Um mestre em vilões chama-se Enrique Rocha, e já recebeu vários prêmios por suas atuações como malvado. Em Paixão e Poder, ele é Olavo Gomes, eterno rival de Artur Montenegro (Carlos Bracho), os dois disputaram inclusive o amor de Ana Laura (Diana Bracho), que se casou com Olavo, e viverá um casamento infeliz. Anos depois, Ana Laura e Artur se reencontram, provocando a ira assassina de Olavo. Mais tarde, Enrique vive o aristocrata Rodrigo em Eu Compro Essa Mulher, um homem que na juventude foi apaixonado por sua prima, que não o amava, pois era apaixonada por um humilde pescador. Rodrigo trata de fazer com que prendam o pescador, e manda o fruto desse amor para outro lugar. Esse bebê é Alexandre (Eduardo Yañez), que no futuro se apaixona por sua bela filha Ana Cristina (Letícia Calderón), com isso, Rodrigo faz de tudo para separá-los, depois, por dinheiro acaba vendendo a filha para o seu maior inimigo. Já em Serafim, ele é Lúcio Fernandez, um enviado do mal, cuja missão era destruir o amor na terra e para isso tem que acabar com todos os anjos e as crianças que apareçam em seu caminho, pois eles representam a inocência, a amizade e o amor. Por isso, vira rival do menino Zezinho (Jordy Landeta) e do anjo Serafim.





Em Canavial de Paixões, as maldades estiveram a cargo do capataz Rufino (Roberto Ballesteros), um homem ambicioso e ardiloso, que fará mais intrigas para arruinar a vida de Júlia (Daniela Castro). Seu inimigo é também o simplório João de Deus (Francisco Gattorno), com quem tem constantes conflitos. Uma de suas maldades será tentar eliminar a jovem Mireya (Paty Navidad), e que logo se revela um segredo: Mireya é na verdade sua filha. Ao tentar escapar com sua comparsa Dinorah (Azela Robinson), o carro capota e ele é preso.








Cruel, impiedoso, assim foi Ignácio Aguirre (Sergio Goyri), o espetacular vilão de Sigo Te Amando. Seu sonho era comprar o amor de Luiza (Cláudia Ramirez), mas quando ela tenta se livrar do fazendeiro, causa um acidente, onde ele fica paralítico. Alberto (Juan Manuel Bernal), alcoolizado, faz com que Ignácio fique paralítico para sempre na cirurgia. Para salvar o irmão, Luiza aceita se casar com Ignácio, e vive um verdadeiro tormento. Violento e autoritário, ele faz com que Luiza viva um calvário, que aumenta quando ela se apaixona por Luiz Angel (Luis José Santander) e fica grávida dele. Ignácio ainda nutre um desprezo pela mendiga Ofélia (Magda Guzmán), que mais tarde revela ser sua verdadeira mãe. Para completar, Ignácio assassina Alberto, a avó Paula (Carmen Montejo) e o Padre Murilo (René Muñoz). No final, tenta seqüestrar o filho de Luiza e Luiz Angel, mas é impedido por sua babá Justina (Katy Jurado), que o mata, justamente a única pessoa que realmente gostou dele.





Mas como esquecer daquele se auto intitulava “o melhor amigo do diabo”, ele mesmo: Frederico Rivero (César Évora), em Abraça-me Muito Forte. Para casar com a rica Cristina (Victoria Ruffo), mata o peão Diego (Osvaldo Rios). A filha dos dois fica com sua amante Estela (Rossana San Juan). Os anos passam, e Frederico passa a nutrir uma obsessão por Maria do Carmo (Aracely Arámbula), a filha de Cristina. Além disso, tem um romance com Débora (Nailea Norvind), a esposa de seu próprio filho, Carlos Manuel (Fernando Colunga). Mas quem ele realmente odiava era seu bastardo: o peão José Maria (Pablo Montero). Frederico não tinha limites, destruía quem fosse para conquistar seus objetivos, para isso, muitos assassinatos foram cometidos, nem padres nem crianças foram poupados desse terrível vilão. Frederico possuía uma elegante ironia, e talvez por essa ironia, ele sempre se livrava brilhantemente das suas culpas. Tentou de tudo para atormentar Cristina, mas no final, ao tentar matá-la, recebe um tiro de Estela, que se vinga de tudo o que ele fez. César Évora brilhou como Frederico, um inesquecível vilão.



Os vilões são parte fundamental de um enredo de novela, e jamais poderão perder sua força, afinal, sem eles, as novelas perderiam sua graça.


.:: Galeria

01- Enrique de Martino (Ernesto Alonso) em Estranho Poder (El Malefício)
02- Francisco Capistrán (Odiseo Bichir) em Amigos Para Sempre
03- Lúcio Malaver (Salvador Pineda) em Esmeralda
04- Félix (Jorge Vargas) em Maria Isabel
05- Diego (Sebastián Ligarde) em Salomé
06- Memê (Sebastián Ligarde) em Quinze Anos
07- Daniel (Maurício Islas) em Primeiro Amor a Mil x Hora
08- Frederico Cantu (Alex Camacho) em Garotas Bonitas
09- Justo Ramirez (Alejandro Tommasi) em Manancial
10- Otávio Muriel (Gonzalo Vega) em Na Própria Carne
11- Lúcio (Enrique Rocha) em Serafim
12- Rufino (Roberto Ballesteros) em Canavial de Paixões
13- Ignácio Aguirre (Sergio Goyri) em Sigo Te Amando
14- Frederico Rivero (César Évora) em Abraça-me Muito Forte



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Débora
Débora

October 7th, 2007, 11:04 pm #8

Ao longo dos anos, Fernando Colunga Olivares tem, a cada trabalho, provando que sua presença é sucesso garantido. Aos 37 anos, o galã já acumula uma vasta trajetória.Sua primeira participação nas novelas foi em 1991, na novela Dulce Desafio, onde foi o dublê de Eduardo Yañez nas cenas finais da história. Aliás, era isso o que ele fazia antes, atuava como dublê, mas no cinema.

Atuou em novelas como Madres Egoístas, Maria Mercedes onde viveu o malandro Tito, que misturava palavras em inglês em seu vocabulário. Vale comentar que a princípio seu personagem ficaria apenas 25 capítulos, mas seu contrato acabou se extendendo para a novela toda. Em seguida, veio Marimar (onde atuou como o empresário Adrian Rosales, que entra na reta final da história para tentar conquistar a heroína vivida por Thalia).
Mas sua grande chance veio em Mas Allá Del Puente, de 1994, onde novamente seu personagem estava planejado para poucos capítulos, mas ficou até o final. Nessa época, atuou no infantil Plaza Sésamo, onde teve grande destaque.
Em seguida, atuou em Alondra, que foi seu último papel de coadjuvante. No mesmo ano, começa a atuar em Maria do Bairro, ao lado de um elenco inesquecível, com Thalia e Itati Cantoral. Mas antes disso, ele precisou fazer nada menos que 26 testes para ganhar esse papel.



Valentim Pimstein, chefe do departamento de novelas da Televisa na época, exigiu que ele tingisse seu cabelo de loiro, para “ficar com cara de galã”. Bem ou mal, ele virou o galã do momento desde então. Tanto é que até hoje ainda é o principal galã do México.
Vale ressaltar o comentadíssimo romance com Thalia na época da novela, que terminou assim que a novela saiu do ar.
Salvador Mejía Alejandre, aclamado produtor mexicano, começa em 1997 uma parceria de êxito com o ator. Fernando Colunga então confirma seu status em Esmeralda, ao lado de Letícia Calderón. Assim como Maria do Bairro, Esmeralda também é um fenômeno de vendas, fazendo com que ele se torne cada vez mais reconhecido internacionalmente.
A Usurpadora chega em 1998, eliminando toda e qualquer concorrência entre os galãs, fazendo com que Fernando Colunga virasse o “rei das novelas”. Nessa novela de grande sucesso, ele atua ao lado de Gabriela Spanic, e até surgiram boatos de uma possível antipatia entre os dois, que mais tarde foi desmentida.
Curiosamente, ela seria seu par novamente em Nunca Te Olvidaré, produção de Juan Osório de 1999. Mas ela recusou o papel, que ficou para Edith González. No Brasil, vimos Fábio Azevedo no papel que foi de Colunga, no remake intitulado Jamais Te Esquecerei, e que não teve boa repercussão por aqui.
2000 é um ano marcante para Fernando. Atuando em Abraça-me Muito Forte ao lado de figuras de grande peso como Victoria Ruffo (de quem vira grande amigo), César Évora e Aracely Arámbula. Trabalhando novamente com Salvador Mejía Alejandre, Colunga conquista seu primeiro TV y Novelas de melhor ator do ano.
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Depois de atuar em Abraça-me Muito Forte, Fernando se retira por um tempo da TV, e se dedica ao teatro, realizando Trampa de Muerte. No cinema, seu trabalho mais significativo foi em 1995, ao lado da cantora Paulina Rubio, em Bésame en la Boca.

Para Amor Real, Carla Estrada chamou antes de todos, Fernando, para viver Manuel Fontes Guerra, o protagonista da história. Mais um êxito: Amor Real rompeu vários recordes de audiência no México. Novamente seu nome foi envolvido em boatos de que ele estaria tendo um romance, desta vez com Adela Noriega, estrela de Amor Real. Também foi inventada uma suposta rivalidade entre ele e Mauricio Islas, mas ambas histórias foram desmentidas.

Em Abraça-me Muito Forte e principalmente em Amor Real é visível a evolução do trabalho de Fernando, que sempre foi um ator muito disciplinado e esforçado, e que alcançou todo o sucesso que tanto batalhou.

Sem sombra de dúvidas, Fernando Colunga é o ator mais popular aqui no Brasil. Na época da exibição de A Usurpadora, teve reportagens suas em várias revistas, entre elas até foi capa da Contigo!. Outro acontecimento se deu em 2000, quando Christiane Flores, da revista Minha Novela, o entrevistou durante os bastidores de Abraça-me Muito Forte. E recentemente, o programa Falando Francamente, o entrevistou em um intervalo das gravações de Amor Real. Infelizmente, até hoje essa entrevista não foi exibida completa.

No México, Fernando Colunga continua sendo o ator mais requisitado no mundo das novelas.
Seu cachê vale milhões. Por enquanto, ele ainda não tem nenhum projeto em vista, mas em breve já haverá mais uma novela com sua presença. Pode-se dizer seguramente, que hoje, Fernando é o rei das novelas!



No dia 8 de novembro de 2003, os fãs das novelas perderam um dos astros mais talentosos e destacados do mundo dos espetáculos: Eduardo Palomo sofreu uma parada cardíaca em um restaurante em Los Angeles, e faleceu aos 41 anos, deixando uma mulher, a atriz Carina Ricco, e duas filhas.



Nascido em 13 de maio de 1962, Eduardo queria ser um designer, mas abandonou essa carreira para se dedicar de corpo e alma para a atuação. Foi um dos atores mais preparados da Televisa, pois estudou muito. Estudou no CEA, escola preparatória de atores da Televisa, além do Instituto Andrés Soler.






Sua trajetória é com certeza, uma das mais vastas e aclamadas, já que seu nome para sempre ficará ligado ao papel que o consagrou, João do Diabo, em Coração Selvagem.




Sua estréia no teatro foi em 1974, na peça Los Diez Mandamientos. Eduardo, além de ator, também foi escritor, cenógrafo e diretor. Foram mais de 30 obras das quais ele participou. Ele também fez cinema, mas onde ele mais deixará saudade com certeza é nas telenovelas.



Seu primeiro papel de destaque na televisão foi em El Angel Caído, com Rebeca Jones. Em seguida, ganha um papel em La Casa Al Final de la Calle, onde viveu Cláudio. Esse papel lhe rendeu um prêmio TV y Novelas, como melhor revelação masculina de 1989. Foi um passo, para ele catapultar de vez sua carreira.








Seu primeiro protagonista foi La Pícara Soñadora. Mauricio Rochild foi um jovem rico que se apaixonou pela pícara Lupita (Mariana Levy). Como sabemos, seu papel na versão brasileira foi interpretado pelo ator Petrônio Gontijo. Em seguida, outro papel estelar, em Triângulo, onde interpreta um homem que se apaixona pela mãe de seu filho adotivo. Seu par é Daniela Castro.




No Brasil, tivemos a oportunidade de assistir o trabalho de Palomo três vezes: a primeira foi em Alcançar uma Estrela II, onde foi o manipulador Gabriel Loredo, um jovem rico, mimado e malvado. Em seguida, veio Eu Compro Essa Mulher foi o aristocrata Frederico, um jovem que queria se casar com Ana Cristina (Letícia Calderón), mas era traído.

O grande marco de sua carreira foi em 1993, Coração Selvagem. Exibida no Brasil em 1997 e 2000, a novela conquistou diversos fãs e foi uma das mais vistas em todo o mundo. Tanto que João do Diabo foi e é um dos galãs de novelas mais inesquecíveis. Junto a Edith González, formaram o casal do momento naquele ano. Tanto sucesso, fez com que Eduardo adotasse o visual do pirata, com cabelos compridos. Ele também tentou uma carreira de cantor, sempre inspirado em João, mas a idéia logo foi abandonada.







Logo após Coração Selvagem, Eduardo atuou em Morir Dos Veces, onde trabalhou com sua esposa, a atriz Carina Ricco, com fazia o par central da história. Suas novelas seguintes foram Huracán, ao lado de Angélica Rivera, e onde viveu uma versão moderna de João do Diabo, mas não alcançou o mesmo êxito.


O último grande trabalho de Palomo foi na novela Ramona, onde interpretou o índio Alejandro, que se apaixonava pela jovem Ramona (Kate del Castillo), que na verdade era sua irmã. Terminou morrendo na história, em uma cena muito emotiva.




Eduardo Palomo no passado, teve um romance com Letícia Calderón, mas foi Carina Ricco com quem viveu anos de felicidade matrimonial.

Seus planos eram de voltar a TV, numa segunda parte de Coração Selvagem. Sobre o oportunidade de viver outra vez João do Diabo, Palomo dizia que o personagem o perseguia, mas que com certeza foi seu papel favorito. Edith González disse que só faria a continuação da história se Eduardo participasse. Ela ficou desolada com a morte do amigo.

Com certeza, Eduardo Palomo deixará saudade, pela qualidade de seu trabalho, pelo empenho na atuação, e pelo grande galã, um dos mais importantes e aclamados dos anos 90. Sua estrela não deixará de brilhar jamais!




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Débora
Débora

October 8th, 2007, 12:12 am #9

Ao longo dos anos, Fernando Colunga Olivares tem, a cada trabalho, provando que sua presença é sucesso garantido. Aos 37 anos, o galã já acumula uma vasta trajetória.Sua primeira participação nas novelas foi em 1991, na novela Dulce Desafio, onde foi o dublê de Eduardo Yañez nas cenas finais da história. Aliás, era isso o que ele fazia antes, atuava como dublê, mas no cinema.

Atuou em novelas como Madres Egoístas, Maria Mercedes onde viveu o malandro Tito, que misturava palavras em inglês em seu vocabulário. Vale comentar que a princípio seu personagem ficaria apenas 25 capítulos, mas seu contrato acabou se extendendo para a novela toda. Em seguida, veio Marimar (onde atuou como o empresário Adrian Rosales, que entra na reta final da história para tentar conquistar a heroína vivida por Thalia).
Mas sua grande chance veio em Mas Allá Del Puente, de 1994, onde novamente seu personagem estava planejado para poucos capítulos, mas ficou até o final. Nessa época, atuou no infantil Plaza Sésamo, onde teve grande destaque.
Em seguida, atuou em Alondra, que foi seu último papel de coadjuvante. No mesmo ano, começa a atuar em Maria do Bairro, ao lado de um elenco inesquecível, com Thalia e Itati Cantoral. Mas antes disso, ele precisou fazer nada menos que 26 testes para ganhar esse papel.



Valentim Pimstein, chefe do departamento de novelas da Televisa na época, exigiu que ele tingisse seu cabelo de loiro, para “ficar com cara de galã”. Bem ou mal, ele virou o galã do momento desde então. Tanto é que até hoje ainda é o principal galã do México.
Vale ressaltar o comentadíssimo romance com Thalia na época da novela, que terminou assim que a novela saiu do ar.
Salvador Mejía Alejandre, aclamado produtor mexicano, começa em 1997 uma parceria de êxito com o ator. Fernando Colunga então confirma seu status em Esmeralda, ao lado de Letícia Calderón. Assim como Maria do Bairro, Esmeralda também é um fenômeno de vendas, fazendo com que ele se torne cada vez mais reconhecido internacionalmente.
A Usurpadora chega em 1998, eliminando toda e qualquer concorrência entre os galãs, fazendo com que Fernando Colunga virasse o “rei das novelas”. Nessa novela de grande sucesso, ele atua ao lado de Gabriela Spanic, e até surgiram boatos de uma possível antipatia entre os dois, que mais tarde foi desmentida.
Curiosamente, ela seria seu par novamente em Nunca Te Olvidaré, produção de Juan Osório de 1999. Mas ela recusou o papel, que ficou para Edith González. No Brasil, vimos Fábio Azevedo no papel que foi de Colunga, no remake intitulado Jamais Te Esquecerei, e que não teve boa repercussão por aqui.
2000 é um ano marcante para Fernando. Atuando em Abraça-me Muito Forte ao lado de figuras de grande peso como Victoria Ruffo (de quem vira grande amigo), César Évora e Aracely Arámbula. Trabalhando novamente com Salvador Mejía Alejandre, Colunga conquista seu primeiro TV y Novelas de melhor ator do ano.
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Depois de atuar em Abraça-me Muito Forte, Fernando se retira por um tempo da TV, e se dedica ao teatro, realizando Trampa de Muerte. No cinema, seu trabalho mais significativo foi em 1995, ao lado da cantora Paulina Rubio, em Bésame en la Boca.

Para Amor Real, Carla Estrada chamou antes de todos, Fernando, para viver Manuel Fontes Guerra, o protagonista da história. Mais um êxito: Amor Real rompeu vários recordes de audiência no México. Novamente seu nome foi envolvido em boatos de que ele estaria tendo um romance, desta vez com Adela Noriega, estrela de Amor Real. Também foi inventada uma suposta rivalidade entre ele e Mauricio Islas, mas ambas histórias foram desmentidas.

Em Abraça-me Muito Forte e principalmente em Amor Real é visível a evolução do trabalho de Fernando, que sempre foi um ator muito disciplinado e esforçado, e que alcançou todo o sucesso que tanto batalhou.

Sem sombra de dúvidas, Fernando Colunga é o ator mais popular aqui no Brasil. Na época da exibição de A Usurpadora, teve reportagens suas em várias revistas, entre elas até foi capa da Contigo!. Outro acontecimento se deu em 2000, quando Christiane Flores, da revista Minha Novela, o entrevistou durante os bastidores de Abraça-me Muito Forte. E recentemente, o programa Falando Francamente, o entrevistou em um intervalo das gravações de Amor Real. Infelizmente, até hoje essa entrevista não foi exibida completa.

No México, Fernando Colunga continua sendo o ator mais requisitado no mundo das novelas.
Seu cachê vale milhões. Por enquanto, ele ainda não tem nenhum projeto em vista, mas em breve já haverá mais uma novela com sua presença. Pode-se dizer seguramente, que hoje, Fernando é o rei das novelas!



http://www.marymg.xpg.com.br/cdscompletos_cs.htm
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claudia
claudia

October 8th, 2007, 8:39 pm #10

No dia 8 de novembro de 2003, os fãs das novelas perderam um dos astros mais talentosos e destacados do mundo dos espetáculos: Eduardo Palomo sofreu uma parada cardíaca em um restaurante em Los Angeles, e faleceu aos 41 anos, deixando uma mulher, a atriz Carina Ricco, e duas filhas.



Nascido em 13 de maio de 1962, Eduardo queria ser um designer, mas abandonou essa carreira para se dedicar de corpo e alma para a atuação. Foi um dos atores mais preparados da Televisa, pois estudou muito. Estudou no CEA, escola preparatória de atores da Televisa, além do Instituto Andrés Soler.






Sua trajetória é com certeza, uma das mais vastas e aclamadas, já que seu nome para sempre ficará ligado ao papel que o consagrou, João do Diabo, em Coração Selvagem.




Sua estréia no teatro foi em 1974, na peça Los Diez Mandamientos. Eduardo, além de ator, também foi escritor, cenógrafo e diretor. Foram mais de 30 obras das quais ele participou. Ele também fez cinema, mas onde ele mais deixará saudade com certeza é nas telenovelas.



Seu primeiro papel de destaque na televisão foi em El Angel Caído, com Rebeca Jones. Em seguida, ganha um papel em La Casa Al Final de la Calle, onde viveu Cláudio. Esse papel lhe rendeu um prêmio TV y Novelas, como melhor revelação masculina de 1989. Foi um passo, para ele catapultar de vez sua carreira.








Seu primeiro protagonista foi La Pícara Soñadora. Mauricio Rochild foi um jovem rico que se apaixonou pela pícara Lupita (Mariana Levy). Como sabemos, seu papel na versão brasileira foi interpretado pelo ator Petrônio Gontijo. Em seguida, outro papel estelar, em Triângulo, onde interpreta um homem que se apaixona pela mãe de seu filho adotivo. Seu par é Daniela Castro.




No Brasil, tivemos a oportunidade de assistir o trabalho de Palomo três vezes: a primeira foi em Alcançar uma Estrela II, onde foi o manipulador Gabriel Loredo, um jovem rico, mimado e malvado. Em seguida, veio Eu Compro Essa Mulher foi o aristocrata Frederico, um jovem que queria se casar com Ana Cristina (Letícia Calderón), mas era traído.

O grande marco de sua carreira foi em 1993, Coração Selvagem. Exibida no Brasil em 1997 e 2000, a novela conquistou diversos fãs e foi uma das mais vistas em todo o mundo. Tanto que João do Diabo foi e é um dos galãs de novelas mais inesquecíveis. Junto a Edith González, formaram o casal do momento naquele ano. Tanto sucesso, fez com que Eduardo adotasse o visual do pirata, com cabelos compridos. Ele também tentou uma carreira de cantor, sempre inspirado em João, mas a idéia logo foi abandonada.







Logo após Coração Selvagem, Eduardo atuou em Morir Dos Veces, onde trabalhou com sua esposa, a atriz Carina Ricco, com fazia o par central da história. Suas novelas seguintes foram Huracán, ao lado de Angélica Rivera, e onde viveu uma versão moderna de João do Diabo, mas não alcançou o mesmo êxito.


O último grande trabalho de Palomo foi na novela Ramona, onde interpretou o índio Alejandro, que se apaixonava pela jovem Ramona (Kate del Castillo), que na verdade era sua irmã. Terminou morrendo na história, em uma cena muito emotiva.




Eduardo Palomo no passado, teve um romance com Letícia Calderón, mas foi Carina Ricco com quem viveu anos de felicidade matrimonial.

Seus planos eram de voltar a TV, numa segunda parte de Coração Selvagem. Sobre o oportunidade de viver outra vez João do Diabo, Palomo dizia que o personagem o perseguia, mas que com certeza foi seu papel favorito. Edith González disse que só faria a continuação da história se Eduardo participasse. Ela ficou desolada com a morte do amigo.

Com certeza, Eduardo Palomo deixará saudade, pela qualidade de seu trabalho, pelo empenho na atuação, e pelo grande galã, um dos mais importantes e aclamados dos anos 90. Sua estrela não deixará de brilhar jamais!



muito triste...que DEUS ilumine a ele e a toda sua familia.AMEM.
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